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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

15/02/2011 17:21

Tabeliã registra ocorrência após ser ofendida verbalmente por preconceito racial

Paula Vitorino

Cliente disse várias vezes em cartório "Nega ladrona"

Mãe e filho registraram boletim de ocorrência por preconceito racial. (Foto: João Garrigó)Mãe e filho registraram boletim de ocorrência por preconceito racial. (Foto: João Garrigó)

A tabeliã Joanna D'Arc de Paula, do cartório do 1° ofício de protesto de Campo Grande, registrou boletim de ocorrência na tarde de hoje (15) após ser ofendida verbalmente devido a sua cor.

Uma cliente do cartório exaltou-se no local e, segundo a vítima, disse repetidas vezes a frase “Essa negona tá ficando rica por conta dessas taxas. Essa nega ladrona”.

O motivo da irritação da cliente seria a taxa de cerca de R$ 16 que ela teria de pagar para cancelar um título em seu nome, que estava sendo protestado.

“Ela foi de manhã ao cartório e pagou para retirar uma certidão negativa e aí apareceu que ela estava com o nome sujo. Pela manhã, ela já tinha ficado nervosa, deu um murro na mesa e disse ‘mas essa negona ladra’. Aí à tarde quando ela foi cancelar o título e ficou sabendo da taxa, exaltou-se novamente. Ela disse ‘mas de novo, vou ter que pagar essa nega’”, conta Joanna.

As taxas cobradas pelos serviços no cartório são fixas para todos os estabelecimentos.

Pela tarde, por volta das 14h, quando a cliente ofendeu a proprietária novamente, o filho de Joanna, Almir de Almeida Júnior, que é tabelião substituto no cartório, ouviu as ofensas e tentou conversar com a autora.

“Eu falei pra ela ter respeito, que não havia necessidade de falar daquele jeito, mas ela me respondeu ‘Eu não estou falando com você’. Mas eu sou filho dela e da mesma cor, não tem como ficar quieto”, diz Almir.

As testemunhas dizem que a cliente continuou a falar em voz alta. Almir fechou a porta do estabelecimento e chamou a Polícia, para autuá-la em flagrante, mas como os policiais não chegaram no prazo de 15 minutos, a autora foi embora e as vítimas foram até a DEPAC Centro registrar a ocorrência.

Almir conta ainta que a autora ligou para seu advogado e dizia em voz alta “Estou aqui nos pretos. Esses pretos fecharam o portão. Essa nega ladrona. Eles tem vergonha da cor deles”.

Pessoas que estavam no cartório e presenciaram o incidente também teriam se exaltado com as ofensas da cliente. “Um homem pediu para ela se acalmar e não falar daquele jeito, mas ela chamou ele de preto também”, relata Almir.

Almir de Almeida Júnior, que é tabelião substituto no cartório.Almir de Almeida Júnior, que é tabelião substituto no cartório.

Respeito–Para a vítima do preconceito racial, Joanna, o caso serve de exemplo para outras pessoas aprenderem a respeitar as diferenças raciais, como também, os negros conhecerem seus direitos, e assim, fazerem cumprir a lei.

“É uma questão de respeito. Ninguém pode querer ser melhor que o outro”, frisa.

Ela também esclarece que sua cor negra não é motivo de vergonha para ela e seu filho, mas o “tom pejorativo” utilizado pela cliente foi ofensivo.

“Eu chamo meu filho de nego lindo, meu negro lindão. Mas ela utilizou a palavra para ofender. Eu tenho nome, estava escrito na placa do balcão: Dra. Joanna D’arc. Meu nome não é nega ladrona. Ela não tem o direito de se referir as pessoas desse jeito”, ressalta.

A tabelião, que é formada em direito, administração e psicologia, diz esperar que o incidente contribua para que a lei do racismo seja conhecida.

“Temos que nos impor, exigir nossos direitos. As pessoas que são leigas tem que conhecer a lei e saber que independente do resultado do processo é importante procurar a polícia e registrar a ocorrência”, diz.

Em 2007, ela foi vítima de outra ofensa semelhante, também em seu cartório. O autor foi um policial militar, que depois reconheceu seu erro e pediu perdão.

“Eu o perdoei. Ele podia perder o emprego se fosse condenado. Não queria isso, só respeito. Esse policial não vai mais fazer isso com ninguém, pelo menos vai pensar bem antes de falar qualquer ofensa desse tipo”, esclarece.

Punição – A ocorrência foi registrada pela polícia civil como “injúria qualificada”. De acordo com o delegado da Depac, João Eduardo Davanço, o fato ocorrido com Joanna caracteriza-se como “injuria qualificada” pelo fato de ter sido uma ofensa verbal contra a cor da pessoa.

A injúria qualificada corresponde a ofensas contra a cor, raça, etnia, ou religião de uma pessoa. “O caso do jogador Grafite que foi chamado de macaco por outro jogador é um exemplo de injuria qualificada”, exemplifica o delegado.

A pena para o crime, caso o autor seja condenado, por ser de um a três anos de detenção.

Já o crime qualificado como racismo, com pena de um a cinco anos, é quando o individuo é privado de algum serviço por conta de sua cor, raça, religião ou etnia.

“Seria o caso de uma pessoa que é impedida de entrar em um clube porque é de determinada religião ou cor, por exemplo. É quando a pessoa é segregada da comunidade”, explica.



a mulher que ofendeu a dra.joana,precisa de deus...afinal de contas para deus todos somos iguais...todos vão para debaixo da terra igualzinho , feder igual ,apodrecer igual de que vale a côr para deus? temos que ter respeito pelos outros,senão quiser queimar no inferno. parabéns dra. joana pela sua trajetória de vida conheço sua história, é muito bonita.que deus abençoe e muito..
 
clelia maria trindade em 04/03/2011 04:30:04
Joana
Conheço voce e sei a pessoa maravilhosa e humana.Passamos dois anos no Mestrado,
Voce foi ótima colega e ajudou-me quando mais precisei...conte comigo..
 
Sonia Solange Ennes Pessoa em 22/02/2011 08:09:56
Mentalidade racista não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. No dia 1 de Dezembro de 1955 a Rosa Louise McCauley (Rosa Parks), ficou famosa porque recusou frontalmente a ceder o seu lugar no autocarro (onibus) a um branco, tornando-se o estopim do movimento que foi denominado Boicote aos Autocarros de Montgnomery e posteriormente viria marcar o inicio da luta antissegregacionista.
Oito anos depois apareceu o grande discurso, realizado no dia 28 de Agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis, liderado por Dr. Martin Luther King, Jr.
Assim, afirmo com toda a propriedade, de que o esforço fragoso dessas duas figuras e outras personalidades contribuíram de forma positiva para que o “NEGRO” Barack Obama fosse o Presidente eleito democraticamente da maior potência mundial!
Já noutro canto do mundo em Campo Grande-MS (Brasil), podemos registar o grande momento como “O DIA DA DENÚNCIA” (em sentido genérico, é uma tentativa de levar a conhecimento público ou de alguma autoridade competente um determinado facto ilegal, aguardando alguma possível susceptível punição.) Querida tia Dr.ª Joanna e o meu compadre Almir Almeida Jr., vai um abraço forte carregado de muita fé, energia, inteligência, força e coragem para que o caminho seja efectivamente construído. O impacto positivo do vosso acto nobre e corajoso em prol da causa justa e racional virão cheio de frutos saudades! Mudança de mentalidade, constrói-se na base de um processo serio e longo para a auto afirmação de uma nova mentalidade. God bless you.
 
Domingos Nhama (Guiné-Bissau/África) em 20/02/2011 10:16:47
Senhoras e senhores o que comentar dessa atitude infame dessa pessoa mais infame ainda? Sera que existe algo de humano nessa animal ? Alguém pode me responder ? Aprendi com essa NEGA LADRONA (MINHA Mãe ) Que devemos ter humildade , respeito , amor pelas pessoas independente de sua cor , classe ou credo . E são esses valores que passo a minha filha hoje . Não quero ser o juiz de ninguém mas pessoas como essa infame que não quero saber o nome deveriam estar na CADEIA , hoje preconceito racial amanha vai ser o que ? Agressão física , homicídio ; e que agora a justiça seja feita e que como todos ela responda pelo seu infame e ridículo ato .
Mãe pense que essas coisas um dia não vão mais existir , e que a sua luta que não e de hoje vai valer a pena , e que esse seu filho aqui aprendeu todas as lições de vida e repassa tudo para sua neta , pois será através dessa geração que teremos um mundo muito melhor.
 
Sylvio Carlos de Paula em 18/02/2011 05:51:15
Gostaria de agradecer imensamente a solidariedade que cada pessoa fez por meio de seus comentários. Seria difícil citar nomes, porque recebemos solidariedade de várias formas, como: flores, telegramas, emails, mensagens no facebook, telefonemas, interurbanos, visitas, etc. Quero de coração agradecer o Campo Grande News, porque não distorceu a matéria. E lamento que a nossa Polícia Militar não tenha disponibilidade para nos atender com urgência quando necessitamos. E agradeço a Depac (Polícia Civil) por contar com ótimos profissionais, mas lamento que estão com um programa de informática deficitário.Diante desse lamentável episódio, vejo que mesmo sendo graduada em Administração de Empresas, Direito, Pós-Graduada em Direito Notarial e Registral, graduada, Pós-Graduada, Mestre e Doutoranda em Psicologia, isso é mais um incentivo para continuar estudando e pesquisando as formas brutais de racismo ainda existente em nosso país, como mencionou a minha querida amiga e mestre Jacy Curado. Diante desse fato podemos ver que existem muitas pessoas conscientes e que podemos contar com muitos amigos. Que Deus abençoe a todos e o meu muito obrigada. Joanna D'Arc de Paula
 
Joanna D'Arc de Paula - Tabeliã do Cartório do 1º Ofício de Protesto em 18/02/2011 04:38:22
Continuo incrédulo com a atitude da Katiuscia.. Keitilaine... Katynguera.. sei lá direito o nome da arrogante de sutiã. Mas............. que os donos de cartório tão ganhando uma grana com essas tais taxas.... áh... isso estão.
 
Orlando Lero em 17/02/2011 09:06:49
 Gostaria de fazer um agradecimento e dizer que estou muito feliz por saber que contei com a manifestação das seguintes pessoas:
Frederico Alves Paniago  
Romilda Neto Pizani  
Priscila Garcia de Paula
Vanessa D. B. Marcello  
Carlos Souza  
Michele Michelis
JACY CORREA CURADO  
Eduardo dos santos Dionizio
 Milton Emiliano Ferreira
Bispo Utá
Aleixo Paraguassu
Paulo Paraguassu
Estanislau Ciasca
Helena Ciasca
Claudia Novais Guiomarães
 
JOANNA DARC DE PAULA em 17/02/2011 02:08:54
É lamentável ver que ainda há "pessoas" que agem desta forma em pleno século XXI.

Racismo no Brasil é, no mínimo, uma atitude de ignorância as próprias origens!!!!!!

Que seja respeitada a IGUALDADE SOCIAL!
 
Isabelle Mendes em 16/02/2011 12:41:31
essa pessoa teria que passar por um tratamento psiquiatrico, e depois por aulas de socialização. não merece o convivio pacifico que "reina" em nossa sociedade, que as autoridades dê o merecido corretivo
 
FRANCISCO VALERIO DE AZEVEDO em 16/02/2011 12:37:59
Júnior que pena que tenho que revê-lo com este tipo de ocorrencia que nos deicha revoltados, a sociedade em geral pré- conceitua nossas cores e principalmente os pardos e negros bem sucedidos. Vamos ver qual punição o estado de direito cívil punirá esta senhora, porém sabemos que não é a primeira vez nem será infelizmente á ultima que o Preconceito imperará sobre nossa sociedade.
 
luis fernando fernandinho em 16/02/2011 12:35:09
NÃO DEIXAR PUBLICAR O NOME DESTA CIDADÃ , MOSTRA O QUANTO A tabeliã Joanna D'Arc de Paula, e seu filho ! , QUE ELES TEM NOÇÃO E SERENIDADE, DE QUE ESTA DECISÃO PREJUDICARIA A FAMILIA DESTA*** SENHORA***, DE TODO SEUS AMIGOS PROXIMOS, SERIA MUITO TRISTE OS FILHOS PAGAREM PELO ERRO DOS PAIS.......?????ELA NÃO RECORREU AO SEU ADVOGADO, PARA RESOLVER ESTA COBRANÇA DE TITULO, ESTE SALDO DEVEDOR. ( TODOS NÓS SOMOS SUJEITOS A TER UM NOME PROTESTADO, E TEMOS QUE TER TAMBEM UM POUCO DE EQUILIBRIO EMOCIONAL, APRENDER A RESOLVER COM RACIONALIDADE OS PROBLEMAS: PROFISSIONAIS ,FINANCEIROS E FAMILIARES .
ESTE CASO ME LEMBRA A BRIGA DE TRANSITO QUE TERMINOU NA MORTE DE UMA CRIANÇA. ( FALTA DE EQUILIBRIO EMOCIONAL E DEUS NO CORAÇÃO)
 
Paulo Duraes em 16/02/2011 12:24:35
acho muito triste nos dias de hoje pessoas como esta senhora que ofendeu sem qualquer respeito uma pessoa que estava a trabalhar,algumas pessoas pensam q por ser brancas tem o direito de ofender ou julgar-se melhor,uma coisa eu digo meus caros o papel higienico e branco e eu limpo o c...
 
regiane yasmim em 16/02/2011 12:21:52
É PRECISO DAR UM BASTA NESSE PRECONCEITO QUE SEMPRE EXISTIU E NÓS FAZEMOS DE "CONTA" QUE NÃO EXISTE.
 
nilson jorge teodoro de oliveira em 16/02/2011 11:54:27
Só tenhamos a lamentar por uma pessoa desta estirpe, uma "pirada", sem noção. Ao Junior e Dra Joana, nossas expressos agradecimentos por fazerem o que estão fazendo, pois temos que apresentar essas pessoas a sociedade, pois hoje tentou humilhar pessoas do bem que sabem como proceder, mais amanha podem humilhar pessoas humildes e singelas que terão que engolir quietas sem reações condizentes, A esta senhora so nos resta a imaginar que ela chegou bem em casa e se olhou no espelho, e viu a besteira que fez e a ridicularidade que se expos. "Respeito é bom e todo mundo gosta". Se não queria pagar as devidas taxas de proposto, deveria ter pago suas contas em dia.
 
Frederico Alves Paniago em 16/02/2011 10:47:45
POR FAVOR COLOQUEM AI O NOME DESTA PESSOA,PARA SABERMOS SE ALGUM DIA ELA CHEGAR EM NOSSO ESTABELECIMENTO PODEREMOS TALVEZ CRITICA-LA,UMA PESSOA DESSAS MERECE MAIS E FICAR NA CADEIA,MAS COMO NO BRASIL TUDO ACABA EM PIZZA ,O MAXIMO QUE ACONTECERA COM ELA E PAGAR VARIAS CESTAS BASICAS E TA BOM.BRANCO NÃO VAI PRA CADEIA A NÃO SER QUE SEJA POBRE............
 
lucia helena em 16/02/2011 10:29:21
Tenhamos respeito para com o próximo!O que os brancos tem de melhor?
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união...........
Como seria melhor este mundo se vivêssemos um união.
 
Francisco de Araujo Bento em 16/02/2011 10:19:17
Ola Junior...

Desejamos que atraves desse impasse Deus transforme a vida desta cidadã.

Abraços... Carlos , Suelen e JP
 
Carlos Magno em 16/02/2011 10:16:04
É vergonhoso que nos dias de hoje, ainda existam pessoas que maltratem alguem por causa da cor. É um ser humano desprezivel, que não merece o ar que respira.
 
JOÃO DE PAULA CELIDONIO em 16/02/2011 10:05:11
Essa mulher precisa é de tratamento piscicológico... não é normal... se a tabeliã não fosse negra, seria ofendida da mesma forma... só que por outro adjetivo!!!
Ela com certeza é desiquilibrada, precisa se tratar e responder pelo que fez.

Daniel
 
Daniel Borges em 16/02/2011 10:00:28
Tambem sou negro...trabalho em uma consecionaria em campo grande,tenho relacionamento com todo tipo de pessoas de todas as classes, nunca sofri preconceito.mas pessoas desse tipo TO FORA.....
 
jose henrique em 16/02/2011 09:57:32
essa pessoa para e uma louca
por que ela não tem nosão
que ela diz
cor preta e a cor mais linda eu tambem sou negra
a cor não tem inportancia
mais o que fala e o carater das
pessoa bj ficam com deus
 
rosa isabel pinheiro soria em 16/02/2011 09:55:36
O ocorrido com a dona Joana e seu filho aí na Capital é lamentável, imaginem o que também ocorre no interior. Infelizmente ainda há pessoas que não se conformam com ascensão dos afrosdescendente.
 
João Carlos Teles dos Santos. em 16/02/2011 09:55:21
Parabéns Dra. Joana temos sim que denunciar........ não podemos mais permitir esse tipo de coisa no nosso país.
 
Adriana Graeff em 16/02/2011 09:45:11
Uma criatura desse nível, não pode ser considerada como ser humano, talvez tenha corpo mais a alma já não existe. Não se trata de Democracia, todo ser humano é criação de Deus, a cor, forma física e ou condições finaceiras, isso não é problema meu de querer corrigir ou comentar.
 
Luiz Alves Pereira em 16/02/2011 09:33:02
é isso ai mesmo , joana, eu que estudei junto com vc em araçatuba, sabemos que antigamente isso nao seria possivel fazer hj, denuncie pra que nunca mais aconteça, pois antigamente até os professores menosprezam aqueles alunos que nao eram bonitinhos pra elas, beijos a vc e familia, parabens pelo seu ato.......
 
lucia amaral em 16/02/2011 09:22:00
Essas coisas se repentem porque a pessoa que agride nunca é punida. sempre tem aquela frase. REU PRIMARIA, RESIDENCIA FIQUISA, TEM EMPREGO......E ASSIM AS PESSOAS VÃO COMETENDO TODO TIPO DE CRIMES.
 
Ana Costa em 16/02/2011 09:13:46
parabens pela iniciativa,são com atitudes como essa que se educa e pune o racismo
disfarçado que existe no nosso País . Somos todos miscigenados e não nos assumimos
como tal. Que sirva para dar um basta, Valeu Juninho
Sérgio Ricardo Salzedas Crivelente
 
Sérgio Crivellente em 16/02/2011 09:13:02
Joana me solidarizo com vc e acho que vc agiu corretamente, todos os dias quase somos ofendidos na nossa profissão seja pela imprensa, quanto pelos usuários maleducados e preconceituosos, além de injúria qualificada essa tal mulher que deveriam colocar o nome cometeu desacato a uma autoridade pública.
 
paulo antonio Serra da Cruz em 16/02/2011 09:08:58
Com certeza a tal cliente não tem nem a metade da qualificação que a ofendida tem, pudemos ver que a tabeliã é uma pessoa muito bem conceituada, qualificada, e tem seus direitos garantidos, não ficou apenas numa faculdade, mas fez varias monstrando que quando se quer, a cor a raça ou suas origens, não impedem ninguem de adquirir conhecimento. o problema é que ainda vivemos em uma sociedade medíocre e preconceituosa, onde ainda se vê o negro como aquele que não pode nada, se a tabeliã e rica ou não, não nos interressa ela fez por onde mececer, buscou conhecimento correu atraz e por isso alcançou um patamar que muitos brancos não conseguirão alcançar, não a conheço mas o que me indigna é saber que alguns se acham acima de Deus só porque tem pele branca.
 
Ivaneide Araujo Armoa em 16/02/2011 09:07:50
Que pena ainda existir esse tipo de comportamento justamente,num pais de jente descedente de negros .
sou descendente com muito orgulho e tambem nao aceitaria essa ofensa,parabens pela atitude dr@ joana D,arc,
 
francisco r.santos em 16/02/2011 09:06:05
Lamentável!!! Conheço a família há vários anos desde quando ainda nem trabalhavam no Cartório, e o Júnior, pessoa humilde, com quem tive o prazer de cursar a faculdade de Direito, foi muito bem educado pela Dra. Joana e pelo Dr. Almir, pessoas batalhadoras que estão onde estão por seus méritos! Fica aqui o meio apoio e a minha indignação, pois não é a primeira vez que o Júnior passa por esta situação, e sempre soube se superar. O que já tempo demais para se dar um basta! Chega de discriminação! Quanto ao policiamento, sem comentários, 15 minutos, e nada de polícia! Ainda mais no Centro da cidade, onde tudo pode acontecer! Campo Grande já está GRANDE demais para que isto aconteça! Eleições 2012 estão aí! A tão esperada revitalização do Centro é aguardada, e que nela se faça incluir o ostensivo policiamento!
 
Jacqueline Hildebrand Romero em 16/02/2011 09:05:38
mais uma vez não se faz nada, a nossa querida policia demora para chegar no local solicitado, e o autor sai numa boa, ACORDA GENTE, isso tem que acabar, essas ofensa não leva a nada, nem pra cadeia? vamos respeitar o nosso semelhante.
 
luiz oliveira em 16/02/2011 09:04:57
mal mal
 
João F. Souza em 16/02/2011 08:49:24
É isso aí Almeidinha. Temos que exigir, no mínimo, respeito. Façam valer a lei. Parabéns.
 
Rinaldo Ribeiro em 16/02/2011 08:37:26
Lamentavel a atitude dessa mulher. Certamente desconhece a historia do nosso país, sua colonizacao, guerra do Paraguai...Tambem deve condenar a abolicao da escravidao negra. Que a justica lhe dê uma licão.
 
sebastiao dos reis em 16/02/2011 08:35:10
É muito louvavel a atitude da Dra Joana, que muitos nos Honra com sua Cultura, Formação e Sucessso Proficional. Agora, a ofensa proferida por esta INCOMPETENTE, que certamente esta em plena DECADENCIA, é a pura definição da INVEJA. Parabens Dra. Joana.
 
Tadeu Dias em 16/02/2011 08:30:45
Sou telespectador do programa Picarelli com Você e gostaria de pedir aos deputados para não atrasar o início das sessões plenárias, discursarem de forma resumida e votar os projetos de interesse do povo de forma rápida, porque o programa começa impreterivelmente às 11:00 hs.
 
André Fry Dobes em 16/02/2011 08:13:34
Como se ser " branco" fosse a melhor coisa do mundo. Não sou negro, mais como todos tenho raiz negra e muito orgulho disso. Me sinto envengonhado quando vejo aquelas materias que mostram os negro em senzalas, é um passado vergonhoso para nos brasileros, por isso acho que atitudes como a dessa senhora deve ser punida. Dai vem alguem e diz " estao falando assim porque a ofendidaé rica" Preconceito racial não tem difernça entre rico ou pobre, sempre será abobinavél.

 
alessandro santos em 16/02/2011 08:08:11
Esse problema além de racismo "brabo", é de total falta de educação e urbanismo pelo próximo. O problema é que não dá nada, deve haver punição sistemática, e integral cumprimento da pena. No Brasil as autoridades tem "dozinha" dos presos, dão um monte de benefícios. Quem sofre com isso são as vítimas e seus parentes. Pois se mata em três, quatro anos estão na rua. E o morto, sua mãe vai chorar sua ausência todos os dias pelo resto da vida. Sem falar nos filhos que ficaram órfãos. Por fim, essa Joana Darc está cada dia mais gata.
 
Célio Rosa em 16/02/2011 08:01:53
Excelente a atitude da Dr² Joana Darc... poderiam também ter colcocado o nome desta pessoa sem educação e sem respeito que ofendeu , afim de expor publicamente uma pessoa que não tem respeito pelo ser humano.
 
JOSAFA PEREIRA em 16/02/2011 07:55:57
Vivemos num país democrático de Direito, tendo como um dos preceitos fundamentais o Princípio da dignidade humana, além do que o Brasil é um país composto por diversas etnias, ninguém é 100% branco ou negro, a atitude desta cliente é vergonhosa e prova o quanto ainda certas pessoas precisam evoluir;
Parabéns Joanna D'arc e Almir, por não se calar diante desta injúria!
 
Adrielli Costa em 16/02/2011 07:46:27
É um absurdo esse tipo de coisa acontecer, parace até que estamos no Paleolítico, que não tínhamos noção alguma sobre os direitos da sociedade, do próximo. Essa senhora, tabeliã, merece muito respeito, pelo seu cargo, sua dignidade, suas qualificações, por ser mulher, por ser mãe e por sua nobreza de já ter perdoado incidente parecido de um ser tão ignorante quanto à pessoa que a ofendeu ontém. Registro aqui meus protestos de solidariedade para com essa senhora e digo que com certeza ela deve lutar por seus direitos e não deixar isso ficar impune. Que sirva de exemplo pra outras pessoas.
 
Danieli Lopes em 16/02/2011 07:35:24
Parabêns a escrivã e ao seu filho, que estão apenas exigindo o direito de serem tratados com respeito. Muitos usuarios dos serviços publicos se acham no direito de maltratar as pessoas, dizendo palavras grosseiras, essa senhora ilustra perfeitamente a falta de educação de alguns usuarios, no meu dia a dia tambem escuto muitas vezes que "eu pago seu salário" mas eu também pago impostos. Ou então termos pejorativos que ferem a minha dignidade. Essa escrivã tem meu total e irrestrito apoio a iniciativa talvez dessa forma muitas pessoas aprendam a enxergar que diante de Deus somos todos iguais.
 
STELA BALBINA em 16/02/2011 07:19:11
Injuria Qualificada? Então pode chamar de preto ladrão que não é racismo? Se fosse um branco creio que não teria coragem de dizer que era ladrão, a pessoa além de ter usado termos racistas, ainda reforçou que a vítima era ladra, ao meu ver tem dois sentidos aí, de não ter respeito e desprezo as pessoas de cor negra e ainda associar a cor com adjetivos negativos, como ladra, o preconceito do racismo ainda é tratado com indiferença no Brasil. É duro saber que tem muita gente no Brasil que acha que todo negro deve ser pobre, burro e ladrão. coloca o nome da cliente aí pro povo saber, Indignado...
 
Antonio Carlos N. Junior em 16/02/2011 07:17:56
Parabéns pela pessoa que você é, e por saber educar tão bem seus filhos, com certeza eles tem orgulho de ter a mãe que tem e, não é uma pessoa como essa que não tem a capacidade de controlar seus sentimentos mesquinhos que vai enfraquecer essa mulher corajosa guerreira e muito batalhadora. Sou testemunha de suas ações beneficente para as questões raciais e, lamento que mais uma vez quem teria que nos proteger, também não esta preparado para isso. Mas somos gueirros somos filhos e filhas de Zumbi. Axé!
Um Afro Abraço, Romilda Neto Pizani.



 
Romilda Neto Pizani em 16/02/2011 07:14:50
Gostaria deixar aqui, meus sinceros parabéns pois atitude e classse com que conduziram as ofenças não poderia ser melhor,admiro pessoas da cor negra , que têm educação , respeito e integridade que são vocêis Joanna e Almir Junior.
Pessoas maravilhosas que são minha tia e meu primo apesar de estarmos longes , amo muito a todos vocêis, e tenho um enorme respeito, beijos saudade.
 
Priscila Garcia de Paula em 16/02/2011 07:10:43
Inacreditável que existam pessoas com tamanha falta de educação,considero alguém que age dessa forma no minímo sem coração.
Joanna D'arc é um ser humano maravilhoso,batalhadora,que venceu na vida com muito esforço e é por isso minha amiga que Deus está sempre do seu lado te amparando.
 
Vanessa D. B. Marcello em 16/02/2011 07:07:02
O nome dela é Katyline Pereira Leite. Sempre arrumando confusão.
 
Carlos Souza em 16/02/2011 05:50:40
Passam-se os anos, as décadas, os séculos e o milênio, mas algumas intolerâncias parecem que nunca vão passar. O Racismo é destes casos - uma anomalia da alma humana.
 
Viviane Lopes em 16/02/2011 05:36:41
GOSTARIA DE EXPRESSAR MINHA SOLIDARIEDADE E ESTIMA PARA COM OS RESPEITADÍSSIMOS ALMIR E JOANNA, OS QUAIS CONHEÇO MUITO BEM E SEI O QUANTO SÃO HONESTOS, DIGNOS E PESSOAS DE BEM, QUE TEM DEUS NO CORAÇÃO...O QUE NÃO ACONTECE COM A SENHORA QUE OS OFENDEU...REALMENTE, COMO O DANIEL FALOU EM UM DOS COMENTÁRIOS, ESSA SENHORA É UMA PESSOA DESEQUILIBRADA E PRECISA DE TRATAMENTO PSICOLÓGICO, URGENTE!!! REALMENTE TEMOS QUE APOIAR ATITUDES COMO A DA JOANA, QUE APENAS EXERCEU SEUS DIREITOS DE CIDADÃ DE BEM E DEMONSTROU TODA SUA DIGNIDADE E HUMILDADE EM NÃO PUBLICAR O NOME DA SENHORA DESRESPEITOSA...ESSA CRIATURA É DIGNA DE PIEDADE E PRECISA DE AUXÍLIO, APENAS!!
UM GRANDE BEIJO, JUNIOR E JOANNA.
 
Michele Michelis em 16/02/2011 03:52:32
Joana D'Arc, minha querida ex- aluna, mestre e doutoranda em psicologia, espero que esse lamentável episódio seja mais um incentivo para continuar estudando e pesquisando as formais brutais de racismo ainda existente em nosso pais. Nós como pesquisadoras sabemos que o preconceito e discriminação são comportamentos que violam as normas da racionalidade e afetividade humana que deveriam nortear o comportamento de uma pessoa civilizada.. Estou do seu lado e me coloco a disposição no que for necessário para que a justiça seja feita. Me solidarizo com toda sua familia, e conte comigo sempre, da sua irmã branca..JACY CURADO
 
JACY CORREA CURADO em 16/02/2011 02:56:37
É o retratato da mediocridade de alguns brasileiros que não conhecem a história do país onde vivem. É simplesmente lamentável! Que se faça valer os preceitos constitucionais sobre o assunto.
 
Eduardo dos santos Dionizio em 16/02/2011 02:56:28
eu acho que esta senhora não teve a educação dos ceus pais e assim ela dar para os ceus filhos e netos. e assim por diante.
 
milton Emiliano Ferreira em 16/02/2011 02:53:03
Gostaria de fazer um agradecimento e dizer que estou muito feliz por saber que contei com a manifestação das seguintes pessoas:
1.Francisco de Araujo Bento
2.Carlos Magno, Suelen e JP ( Carlão)
3.JOÃO DE PAULA CELIDONIO
4.Daniel Borges
5.jose henrique
6.rosa isabel pinheiro soria
7.João Carlos Teles dos Santos
8.Adriana Graeff 
9.Luiz Alves Pereira
10.lucia amaral  (Manda um abraço para o Rodrigo)
11.Ana Costa 
12.Sérgio Crivellente ( Serjão)
13.Paulo Antonio Serra da Cruz ( Nosso único cartorário da cidade que solidarizou-se aqui neste espaço)
14.Ivaneide Araujo Armoa
15.francisco r.santos
16.Jacqueline Hildebrand Romero  ( Jacky)
17.luiz oliveira 
18.João F. Souza
19.Rinaldo Ribeiro
20.sebastiao dos reis
21.Tadeu Dias
22.André Fry Dobes 
23.alessandro santos 
24.Célio Rosa 
25.JOSAFA PEREIRA
26.Adrielli Costa 
27.Danieli Lopes
28.STELA BALBINA
29.Antonio Carlos N. Junior 
30.Viviane Lopes
31.Isabelle Mendes ( Beli)
32.Daniel Magela
33.Nelson Chaia Júnior
34.Manoel P. Barbosa
35.soraia lombardi
36.josé lima martins
37.Jairo Luiz 
38.edgar guilherme
39.tiago resende
40.Eduardo Marques Lucas
41.cristiana rosa
42.Douglas Ruiz
43.Everaldo Santos
44.Osmar Felinto de Mello
45.Marcia Maria da Fonseca
46.Zuza Ratier
47.juliana gonzales
48.manoel soares de oliveiraram
49.Orlando Lero
50.Silvino Costa
51.lucia helena
52.Francisco de Araujo Bento 
 
Almir de Almeida Júnior em 16/02/2011 01:58:46
isso e um prato cheio para quem acha que isso e normal, brincar com a cor ou ter preconceitos de raça, tenho a oportunidade de ser amigo do junior e da dona joana façam um entrevista com os dois e perguntem de casos de descriminaçao racial ou açoes involuntarias de pessoas para com a cor deles,uma pessoa que mora no predio em que o junior mora vendo ele subir com a pizza para comer no apartamento dele, disse para ele que otimo que a portaria esta deixando voces entregarem pizza nos apartamentos, acoisa vai indo como brincadeira mas e serio , tem muita gente que tem que parar de olhar para as pessas pela cor pelo carro pela roupa, e sim pela pessoa humana, pelo jovem que e pela mae que e, agora brincando com meu amigo junior dizerem que ele e bonito eai ta precisando oculos...rsrsrsrs.
 
luiz fernandes em 16/02/2011 01:00:05
Ninguem tem o direito de tratar ninguem assim, racismo é crime!!!
 
Daniel Magela em 15/02/2011 10:25:42
É lamentável depararmos com situações como esta nos dias atuais, em que tanto se busca através de ações, a formação de uma sociedade livre, sem qualquer tipo de preconceito de cor, raça, sexo ou idade, entre homens e mulheres.
Dispõe a lei 7.716/89:
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.



 
Nelson Chaia Júnior em 15/02/2011 10:03:17
É lamentável que esse tipo de situação constrangedora continuei acontecendo em 2011, 123 anos depois da "Abolição da Escravidão" no Brasil. Na cabeça de muitas pessoas, essa abolição ainda não aconteceu, e tentam colocar o negro sempre em posição de inferioridade. Espero que os vereadores e deputados, que são os representantes da sociedade não se calem diante dessa vergonha, que é o preconceito.
 
Manoel P. Barbosa em 15/02/2011 09:31:50
Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados
por sua personalidade, não pela cor de sua pele.
Martin Luther King
 
Almir de Almeida Júnior em 15/02/2011 09:12:40
uma pena que ainda exista pessoas tão preconceituosas cadeia nela para aprender
eu so branca mas tb sofro preconceito por estar fora do peso infelismente esse e o nosso pais a gente vale pela cor pelo peso pelo que veste como comerciante sempre uso os serviçõs do referido cartorio e sei que são pessoas gentis competentes e atenciosas e dexa eu tb ajuda dona joana elogia o filho que negao lindooooooooo
rsrsr
 
soraia lombardi em 15/02/2011 08:59:16
Isso é uma afronta a dignidade humana pois, o caráter das pessoas nao se mede pela cor da pele e sim, pelas suas ações e atitudes. Essa senhora não é excessão mas sim, membro de uma legiao de imbecis. Cadeia nela!!!! e multa alta p aprender a respeitar a pessoa humana. Somos todos filhos de um mesmo Pai JESUS CRISTO
 
josé lima martins em 15/02/2011 08:52:52
lamentável que esse tipo de situação ainda ocorra... para que essa coisa de preconceito pare é necessário "PUNIÇÃO EXEMPLAR" a essa racista, chega... os negros já foram maltratados demais .
 
Jairo Luiz em 15/02/2011 08:43:13
Que deplorável a falta de educação de tais cidadãos, deveriam ter no mínimo vergonha na cara de serem racista. E ainda mais, tal cidadã não pode então ser considerada como brasileira, já que a etnia dominante no Brasil é a afro, pela lógica está denegrindo a imagem de seus antecedentes... Sou negra, afrobrasileira, e com muito orgulho!!!
 
Joanne de Paula Almeida em 15/02/2011 08:37:01
ATÉ QUANDO VÃO PARAR COM ESTES PRECONCEITOS?
 
edgar guilherme em 15/02/2011 08:18:56
Todos os dias, nós da raça negra passamos por esse tipo de constrangimento, quer seja nos supermercados, sendo seguidos por segurarnças quer seja em todos as esferas. No Brasil o racista se veste de lobo na pele de cordeiro, traduzindo um racismo velado. Quando surge uma senhora que se julga acima da nossa Justiça, dispara o seu racismo em alto e bom som, mostrando que não ter qualquer receio de ser presa, pois nada como um bom advogado para deixar tudo por isso mesmo. A infelicidade dessa autora do racismo foi que ofendeu uma negra com poder aquisitivo, pois se fosse um negro pobre nem registro de ocorrência seria registrado, se não muito fosse debochado por policiais atendentes.
 
tiago resende em 15/02/2011 07:19:06
Se estivesse presenciado tal ofensa, seria testemunha com muito prazer em qualquer processo que será com certeza movido pela tabeliã Joanna D'Arc de Paula, e seu filho !

Temos que acabar logo com tais ofensas raciais, e fazer esse povo calar a boca pelo bolso, já que não tiviram "berço".

Eduardo M. Lucas
 
Eduardo Marques Lucas em 15/02/2011 07:16:18
A falta de cultura e inteligência são irmãs do PRECONCEITO.
O ser, espero que um dia, prevaleça sobre o parecer.
 
cristiana rosa em 15/02/2011 06:57:42
Engraçado, no centro da cidade esta cheio de policiais militares, em cada esquina existem os chamados "Cosme e Damião" e pela reportagem a autora ficou detida quinze minutos. Será que a autora é peixe grande por isso não apareceu nenhum policial, ou será que se a vitima fosse um juiz, um delegado, esses policiais não estariam em cinco minutos lá para atender a ocorrência. Bem, sendo ou não sendo peixe grande essa "MULHERZINHA" tem que ter um minímo de descência e respeitar o próximo independente de raça, cor, posição social.
 
Douglas Ruiz em 15/02/2011 06:35:05
Lamentável ainda existirem pessoas com esse tipo de mentalidade e postura, e parabéns a tabeliã e seu filho, quando dizem que querem que os negros se conscientizem dos seus direito. Atitude extremamente reprovável a da dona que a desrespeitou e seu filho, e louvável sua atitude de buscar seus direito. Agora convenhamos a dona além "nó cega", "caloteira", "mau pagadora", ainda é mal educada e preconceituosa, que mundo vivemos hein...
 
Everaldo Santos em 15/02/2011 06:31:22
É lamentável que ainda exista pessoas assim. A pergunta que eu faço: Aguém neste país teria coragem de tratar nosso glorioso Edson Arantes do Nascimento dessa maneira?
 
Osmar Felinto de Mello em 15/02/2011 06:20:34
Parabéns a atitude da Dra. Joana! BO em pessoas racistas e preconceituosas,além de mal educadas! Só sendo processadas,aprendem ter CIVILIDADE!!!
 
Marcia Maria da Fonseca em 15/02/2011 06:17:56
- Lamentável que ainda em nossos dias tenhamos de suportar as alcunhas impostas por esses " cidadãos !?" I que é isso? Onde estamos? Chamar uma pessoa pejorativamente pela sua raça, cor ou credo? E imaginem a situação; uma pessoa que está precisando "limpar o nome"; deveria limpar sua cabeça desses preconceitos. É triste, mas a tabeliã e seu filho estão corretos em procurar justiça. Sou filho de um negro (com muito orgulho) e de uma mulher branca maravilhosa e também ficaria ofendido se fosse chamado dessa forma, apesar de ter a pele mais clara. Parabéns a todos os cidadãos de bem, brancos ou negros e vamos acabar de vez com isso, porque somos realmente seres humanos, não importando se vermelhos, amarelos, pardos ou negros, mas HUMANOS e não vamos perpetuar essa infame discriminação racial, por que essa é a expressão máxima da falta de humanidade e respeito com o próximo. Abaixo o racismo ! Abaixo o preconceito e Viva a Liberdade ! E mais, quem garante ter um DNA puro? Ariano como diria o Hitler, vergonhosamente derrotado nas Olimpíadas de Munique? Ninguém, somos um povo miscigenado, e por isso mesmo lindo. Parabéns à iniciativa de coibir e banir o racismo de nossa Sociedade. - Zuza Ratier, Servidor Publico Federal.
 
Zuza Ratier em 15/02/2011 06:15:00
não merece comentarios!!!!!!!!!!!!!
 
juliana gonzales em 15/02/2011 06:08:58
ESSA SENHORA!! O MELHOR NÃO TEM NEM NOME ,ESSA FULANA!! MAIS SERÁ
QUE VAI SER PUNIDA ?
 
manoel soares de oliveiraram em 15/02/2011 05:50:12
Polícia?
Chegar em menos de 15 minutos?
Sonho teu... sonho meu.....sonho nosso!!!!
 
Orlando Lero em 15/02/2011 05:45:15
Essa cliente foi tratada com todo respeito pela Drª Joana D' Arc, eu estava presente no cartório no momento da injuria, e é lastimável uma pessoa agir daquela forma, com tanta falta de respeito ao próximo, essa pessoa precisa de DEUS no coração, com certeza ela vai se arrepender, ela vai precisar do mesmo cartório outras vezes, e com certeza irá receber todo o respeito possível.
 
Silvino Costa em 15/02/2011 05:41:01
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