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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

12/02/2014 12:09

Tribunal ainda não sabe valor das obras no Shopping 26 de Agosto

Luciana Brazil

O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) ainda não sabe o valor que deverá gastar com as obras de readequação do Shopping 26 de Agosto, em Campo Grande, que abrigará uma Central de Juizados.

Conforme o presidente do TJ, desembargador Joenildo de Souza Chaves, não existe, até o momento, a previsão de gastos com as obras no local. Porém, ele afirma que um levantamento já está sendo feito.

Uma possível parceria com o banco Bradesco poderá isentar o Tribunal de Justiça dos gastos com a parte hidráulica e elétrica do prédio. “Ainda não fechamos essa parceria. Mas amanhã já teremos uma reunião com diretores para avaliar as possibilidades”. Os móveis que já estão em uso serão apenas deslocados para o novo endereço, evitando uma nova compra.

Segundo o desembargador, a compra de um local sem paredes, como é o prédio, é a melhor opção nos dias de hoje. 

“Vamos gastar com as divisórias, mas o gasto será bem menor do que se tivéssemos que derrubar as paredes de qualquer outro lugar. É a melhor coisa nos dias de hoje. E ainda tem a questão da segurança, porque derrubar paredes pode abalar a estrutura”.

Outro benefício do prédio, segundo ele, são escadas rolantes e os elevadores. “Além disso, o estacionamento na Rua 13 de Maio, onde fica o outro prédio (Hotel Campo Grande, uma das propostas) é precário, muito movimento”.

O prédio do Shopping Marrakech e do Hotel Campo Grande estavam entre as opções do TJ. Mas para o presidente do órgao, o Shopping 26 de Agosto foi a melhor escolha. 

O órgão levantou o preço dos outros dois prédios; Hotel Campo Grande avaliado em R$ 21 milhões e o Shopping Marrakech avaliado em R$ 24 milhões. No entanto, optou pelo mais caro, que custou R$ 38,870 milhões.

O desembargador afirmou ainda que a compra do prédio, onde funcionava o Shopping 26 de Agosto, foi definida pelo governo do Estado e feita de forma transparente. “Todas as propostas foram analisadas e a decisão foi do Governo, que nos perguntou qual era mais viável”.

Além dos juizados cível e criminal, funcionará no local a Escola Judicial, do Núcleo de Solução de Conflitos, do Centro Integrado da Infância e da Juventude e da Central de Processamento Eletrônico.

Projeto- Segundo o desembargador, existe também a intenção de criar uma Central da Cidadania, que abrigaria os serviços de emissão de identidade, título de eleitor, entre outros documentos.

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É a era do denuncismo. A verdade é outra. O Governo Estadual esta poupando gasto. Imagina comprar aquele Hotel caindo aos pedaços por 21 milhões, teria que gastar com a implosão e construir tudo de novo. Decisão acertada do Governador que não corre o risco de superfaturamento de obra, já que se pagou no prédio o metro quadrado mais barato avaliado.
 
Fabio Silva em 12/02/2014 16:56:36
"Uma possível parceria com o banco Bradesco poderá isentar o Tribunal de Justiça dos gastos com a parte hidráulica e elétrica do prédio". Isso é uma benção.
 
Carlos Cordeiro em 12/02/2014 16:53:57
Compra polêmica ou compra polemizada por quem ficou sem grana com a escolha pelo vinte e seis de agosto ? Fico imaginando como seria o acesso naquele prédio do hotel velho, cujos cômodos em grande parte são leitos de dormir, encravado dentro de um movimento absurdo. Como os advogados iam estacionar ali ? Como iam reformar aquilo ? Sala de audiência no Décimo andar ? Gabinete do juiz ou Quarto do Juiz ? Parabéns ao Governador e equipe que não deixaram os ratos comprarem um Hotel caindo aos pedaços, cheio de leitos pútrefes para ser maquiado e entregue ao povo. Juizado é Justiça gratuíta, que deve ser realizada em um espaço de qualidade e não em um chiqueiro de porcos só porque um ou outro bandido deseja que os jurisdicionados que serão atendidos ali são pobres. André para Senador!
 
Heitor Heleno de Souza Faria em 12/02/2014 15:53:00
E essa possivel parceria com o Banco Bradesco?? quem vai investigar se acontecer??? O tribunal de contas das arábias??? E depois o vandalismo está nos rolezinhos do shopping?? Cadê o pessoal do vem prá rua, já que o Bernal parece taturana grudada em folha de coqueiro...
 
Adolfo Dhendu em 12/02/2014 14:48:57
Com certeza, havia esquecido deste detalhe, se o local comprado não fosse aberto como é o Shopping 26, eles gastariam outro prédio só pra derrubar e levantar paredes nos locais determinados, lá vai ser só ir colocando as divisórias, eles vão gastar pouco na adaptação do prédio, não tem maracutaia e graças a Deus não tem ninguem burro tomando as decisões.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 12/02/2014 14:20:13
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