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Capital

UCDB diz que estuda encerrar atendimento apenas para duas especialidades

Insituição esclareceu que clínica-escola não será fechada, mas o convênio SUS está sendo reavaliado em razão da pandemia

Por Ana Paula Chuva | 23/10/2020 16:01
Paciente sendo atendida na clínica escola. (Foto: Divulgação | UCDB)
Paciente sendo atendida na clínica escola. (Foto: Divulgação | UCDB)

Após a confusão sobre o possível fechamento da Clínica Escola da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) nesta sexta-feira (23) a instituição esclareceu que apenas duas especialidades podem ter atendimentos suspensos no local caso haja encerramento do convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde).

No local são atendidos aproximadamente 28 mil pessoas desde bebês a idosos e, segundo a instituição, o que está sendo reavaliado é a parte de atendimento para pacientes que venham do sistema de regulação para as áreas de saúde auditiva e terapia ocupacional.

“A clinica é enorme e funciona como local de formação dos acadêmicos. O que está sendo reavaliado é a parte do SUS que concentra atendimento de duas especialidades, para os demais atendimentos não são cogitadas mudanças”, explicou via assessoria.

As mudanças inclusive estão sendo cogitadas em razão da pandemia do coronavírus, causador da covid-19, que afetou de forma significativa a rotina das atividades no país, inclusive da clinica.

 “Tal fato atingiu de forma gravemente impactante toda a economia do país, inclusive das instituições de ensino, motivo pelo qual, todos os convênios passaram a ser revistos, dentre eles, o convênio com a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) para atendimento auditivo do SUS (Sistema Único de Saúde), que ainda está em tratativas sobre a continuidade ou não”, disse em nota.

O local oferece atendimento gratuito nas áreas de fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, enfermagem, farmácia, serviço social e nutrição, além de contribuir para formação acadêmica a aprendizado dos estudantes.

“Os atendimentos nas demais áreas são todos gratuitos por demanda espontânea e custeado pela universidade. Os alunos aprendem e a comunidade é atendida”, concluiu.

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