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Campo Grande, Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

09/09/2018 07:40

Colégio Militar descarta intoxicação alimentar e suspeita de rotavírus

Nos dias 7 e 8, alunos procuraram à emergência do Hospital Militar

Anahi Gurgel
Fachada do Hospital Militar de Campo Grande (Foto: Divulgação/HMCG)Fachada do Hospital Militar de Campo Grande (Foto: Divulgação/HMCG)

O Colégio Militar de Campo Grande refutou a possibilidade de intoxicação alimentar dos cerca de 90 alunos que procuraram socorro na emergência do Hospital Militar, entre os dias 7 e 8 de setembro. Em nota, a instituição informou que o clima na cidade nos últimos dias tornou favorável a contaminação dos jovens pelo rotavírus.

Os alunos, em sua totalidade matriculados do ensino médio, principalmente 1º e 3º anos, deram entrada na emergência da unidade com quadro de desidração, febre, vômito e diarréia. As crianças e adolescentes apresentaram os sintomas depois de terem se alimentado no colégio após o desfile cívico do Dia da Independência.

A hipótese foi descartada tanto pelo colégio quanto pela direção do Hospital. “Uma razoável possibilidade é que, em face da proximidade da primavera e, considerando-se o frio que se abateu sobre Campo Grande a partir de 2 de setembro, houve o favorecimento da contaminação do “rotavírus”, bastante facilitada pelo fato de os alunos terem assistido as aulas dos dias 3, 4 e 5 de setembro em salas de aula o tempo todo fechadas, devido às baixas temperaturas”, informou.

A nota comunica também que os alunos ingerem água e alimentos no Colégio, de diferentes fontes, como lanches produzidos pela APM (Associação de Pais e Mestres), buffet-almoço do período integral, merenda escolar, refeições produzidas pela cantina, bem como o lanche fornecido após o desfile de 7 de setembro.

“Se tivesse ocorrido algum tipo de salmonelose, teríamos várias centenas de alunos em situação de saúde muito mais precária da que observamos nesses dias”, complementou.

O colégio garantiu que, ainda assim, análises laboratoriais na água e nos alimentos serão realizadas a partir desta segunda-feira (10) para se ter diagnóstico mais exato.

Também será feito um mapeamento dos casos de problemas de saúde não comunicados às instituições para ampliar as investigações sobre as causas do mal que acometeu os alunos.

Na noite de sábado, um comunicado do hospital foi encaminhado aos pais pedindo para que todos os alunos que não estivessem bem, fossem levados ao hospital para passar por avaliação médica.

 



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