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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

02/04/2011 09:51

Corte de verbas suspende operações contra trabalho escravo em MS

Fabiano Arruda

Fiscalizações também foram canceladas em outros Estados

Metade das fiscalizações, urbanas e rurais, de combate ao trabalho escravo ou infantil, foi suspensa em Mato Grosso do Sul, segundo o coordenador da fiscalização rural, Antonio Maria Parron.

Segundo matéria publicada na Folha de São Paulo, MS é um dos estados em que ações de fiscalização de combate ao trabalho escravo foram canceladas por conta do corte de verbas anunciado pelo governo federal para contenção de gastos.

As ações, prioridade do Programa Nacional de Direitos Humanos do governo, entraram na lista de cortes, conforme informações dos escritórios estaduais do Ministério do Trabalho e as SRTEs (Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego).

Em Mato Grosso do Sul, uma saída para não diminuir ainda mais as inspeções foi começar a enviar apenas dois auditores fiscais em cada ação, sendo que antes eram três.

Outra solução foi dispensar motoristas e deixar os próprios fiscais guiarem os carros. As viagens passaram a durar três dias, em vez de cinco, segundo Parron.

As operações envolvem policiais federais, auditores fiscais, motoristas e um procurador. Os recursos para a ação são do Ministério Público do trabalho.

Ainda conforme a publicação da Folha de São Paulo, o valor específico para ações de erradicação do trabalho escravo passou de R$ 5,3 milhões para R$ 2,6 milhões, segundo o Ministério do Trabalho. Só em 2010, foram gastos com isso R$ 3,3 milhões.

Outros estados - No Pará, primeiro no ranking em libertações de trabalho escravo em 2010, com 559 casos, o combate nessa área não foi afetado.

Em Santa Catarina, que ocupa a 4ª posição no ranking (foram 253), a SRTE só vai conseguir fazer uma das quatro ações mensais antes previstas de fiscalização rural e contra trabalho escravo.

Em Mato Grosso, quinto lugar no ranking, as duas operações programadas para março contra trabalho escravo coordenadas pela SRTE local foram suspensas, e não há previsão para realizá-las.



Pois é agora o povo talvez se toca do grande erro que foi cometido ao eleger e dignissima Dilma, como eu ja disse anteriormente, 12 mil reais de aumento para cada deputado, e corte nas verbas publicas para fazer "contenção de gastos".

E quem vai cortar os gastos com pagamentos milionários aos parlamentares que nada fazem pelo povo???
 
Oswaldo Benites em 03/04/2011 10:16:45
cotenção de gasto de um lado e nossos nobres deputados com aumentos absurdos,dinheiro q da um rombo nos cofres públicos q podia ser investido em mais programas e como sempre o executivo só se ferra, a constituição tem coisas q real mente não da para entender pq todos são desiguais perante a lei é isso q da para entender, muita coisa ainda tem q ser mudada.
 
rodrigo ancel rocha em 03/04/2011 09:45:39
O governo da Dilma so esta começando. Podem apostar que a coisa vai piorar. Só falta cortar mais grana da saude que ja nao tem.O povo quis agora vai ter que aguentar; ate ela acordar de novo, as carvoarias do estado e em outras regiões vai estar cheia de crianças trabalhando.
 
Lenildo cruz em 03/04/2011 09:00:26
È uma vergonha este país. Como dizia o poeta ,que pais é este? Não da para aceitar uma situação dessa.Um pais que é continental e que por conta disso os maus empresários que em muitos casos usam dinheiro do BNDS para poder explorar e escravisar os trabalhadores e agora vem o Governo Federal cortar as verbas dos fiscais e deixar mais abandonado ainda os ja abandonados trabalhadores. O Trabalho escravo agora não é só no campo mas tambem nas grandes cidades se tem noticias de trabalho escravo urbano,como nas confecções em São Paulo,onde existem muitos Bolivianos sendo escravisados. Será que a DILMA vai querer ter em seu curriculun uma mancha tão grande. No Congresso esta parada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438/2001, que prevê o confisco de terras de escravagistas, está parada desde 2004 na Câmara Federal. Matéria foi debatida no I Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo . Acorda DILMA,PAC não é PEC.
 
marcos vinicio marin em 02/04/2011 06:01:25
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