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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

01/12/2014 08:46

Criminoso acusa delegado de MS de participar de esquema de caça-níqueis

Paulo Fernandes
Marcelo Vargas é presidente da Adepol-MS (Associação dos Delegados de Mato Grosso do Sul)Marcelo Vargas é presidente da Adepol-MS (Associação dos Delegados de Mato Grosso do Sul)

Dono de centenas de máquinas caça-níqueis, Clayton Batista afirmou, em conversa gravada pela polícia com uma câmera escondida, que o presidente da Adepol-MS (Associação dos Delegados de Mato Grosso do Sul), Marcelo Vargas, participaria do esquema criminoso. A informação foi divulgada na noite de ontem (30), pelo Fantástico, da Rede Globo.

De acordo com a declaração de Batista, Marcelo Vargas seria o responsável por “segurar as broncas” do grupo criminoso em Mato Grosso do Sul.

Clayton Batista disse ainda que teria 90 caça-níqueis somente no Estado. Ele foi preso após tentar comprar a polícia para montar uma rede de caça-níqueis no interior de São Paulo.

O delegado Nelson Barbosa Filho, de Araçatuba (SP), fingiu que estava dentro do esquema, para gravar tudo por meio de câmeras e efetuar a prisão. Batista pode ser condenado a 12 anos de prisão.

“Ele tinha a certeza que a autoridade policial fazia parte da quadrilha dele. Ele passou a confiar na autoridade policial e, a partir daí, ele começou a passar informações. Foram identificados vários locais onde ele mantinha as suas máquinas, inclusive foi possível identificar quem eram os fornecedores desses equipamentos”, explicou ao Fantástico o promotor de Justiça Marcelo Sorrentino Neira.

Foram quatro meses de investigação, nove encontros, seis pagamentos de propina: tudo registrado por três câmeras instaladas em um dos setores de inteligência da Polícia Civil de São Paulo.

O esquema, segundo o criminoso, começou há 15 anos, e todas as máquinas eram compradas na capital paulista, por R$ 4 mil, cada.

Ainda de acordo com a reportagem, Clayton queria pagar propina para a polícia também para atrapalhar os negócios de concorrentes. Um deles, diz a matéria, seria o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Araçatuba, Cido Saraiva.

Outro lado – Marcelo Vargas disse que não conhece Clayton, nunca falou com ele, não recebeu dinheiro do acusado e que pediu para a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) para investigar o caso. (matéria atualizada às 11h18)



AGORA NEGA NÉ, SAFADO, BANDIDO, PIOR QUE CRIMINOSO QUE VIVE DISSO, COMO NO BRASIL NAO TEM LEI, NÃO VAI DAR EM NADA.
 
japa em 01/12/2014 13:07:59
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