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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

22/02/2011 18:13

Em uma semana, 12 crianças com leishmaniose foram internadas no HU

Paula Vitorino

Números de pacientes da pediatria com a doença tem aumentado desde o início do ano

Internações de crianças com leishmaniose no HU têm crescido nos dois últimos meses. (Foto: João Garrigó)Internações de crianças com leishmaniose no HU têm crescido nos dois últimos meses. (Foto: João Garrigó)

Em uma semana, ao menos 12 crianças foram internadas com leishmaniose no Hospital Universitário (HU) em Campo Grande. A reportagem do Campo Grande News apurou que entre 15 pacientes da ala de pediatra do hospital, 12 estavam internados com leishmaniose, na última sexta-feira (18).

As crianças atendidas são da Capital e de cidades do interior de Mato Grosso do Sul.

Segundo informações da médica infectologista pediatra do HU, Yvone Maia Brustoloni, o número de internações de pacientes entre 1 e 12 anos infectados com leishmaniose têm aumentado desde meados de janeiro deste ano.

Hoje (22), de acordo com a pediatra, seis crianças com a doença estão internadas no HU. As demais, receberam alta recentemente – os pacientes ficam em torno de 20 dias no local.

As causas para o alto índice do número de crianças com leishmaniose é desconhecida pelos funcionários do hospital.

“Atendemos uma média de 6 pacientes por mês, durante todo o ano, mas realmente tivemos um aumento considerável nos dois últimos meses”, afirma Yvone.

Por ser o hospital referência no tratamento da doença no Estado, os paciente diagnosticados com leishmaniose de outras cidades são encaminhados para tratamento na Capital.

Ainda de acordo com a infectologista, quase 100% dos pacientes internados tiveram uma boa recuperação, graças ao diagnóstico precoce e o tratamento correto. Nenhum óbito pela doença foi confirmado pelo setor de pediatria do HU.

A reportagem não conseguiu contato com a SES (Secretária Estadual de Saúde) para informar como está a situação da leishmaniose no Estado.



Essa cultura Idiota, retrógada... de eutanasiar os animais é ABSURDA. Na Europa, não matam os cães e sim tratam. A PREFEITURA têm que fazer uma campanha de CASTRAÇÃO e criar leis para que os proprietários de animais,sejem mais respónsáveis com os bichinhos.OS CÃES são tão vítimas desse mosquito qto o HOMEM.Têm que eliminar o MOSQUITO não os CACHORROS.Há anos que esse PALHA, ronda esse estado, e só ouço falar na eliminação das vítimas(cães).CADÊ!!! UMA CAMPANHA MAIS EFEIVA...de conscientização,principalmente com a população carente?Vamos começar com as cças nas escolas.
 
neide de oliveira em 23/02/2011 11:46:22
Realmente existem muitos cães que são abandonados pelos própios donos, oque acho um crime, enfim, esses cães acabam contaminando os nossos que estão quietinhos em ksa e sendo bem cuidados.Mas a preocupação maior é com a saúde da população, a prefeitura juntamente com o governo do estado tem que tomar as devidas providências e urgente, não esperar mais gente doente em 2011.
 
gislaine ortiz em 23/02/2011 07:40:30
Um fato que tenho observado a muito tempo e que poderia ser estudado. O mosquito se prolifera em frutas podres, mas uma frutinha em especial é a ACEROLA. Tenho visto a muito tempo que cães com leishmaniose sempre tem um pé de acerola próximo. E sem falar que esta cidade é repleta de pés de acerola, por causa de uma ''febre'' na decada de 90. Tinha um cachorro em minha casa antiga, sempre foi sadio e forte, quando eu mudei para minha outra casa e tinha um pé de acerola no quintal. Depois de alguns meses meu cão ficou doente, infelizmente sacrifiquei meu animal e cortei o pé de acerola. Espero que algum biológo ou veterinario observem este fato.... Obrigado
 
Ademir da Guia em 23/02/2011 01:59:12
A PREFEITURA TEM QUE PEDIR PARA QUE RECOLHAM OS CAES, QUE ESTÃO SOLTO NAS RUAS.E QUE AS PESSOAS LIMPEM OS SEUS QUINTAIS,COMO FRUTAS E FLORES.
 
ABADIA TELES em 22/02/2011 06:44:20
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