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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

15/02/2011 18:01

Ferrovia entre MS e PR será principal canal de escoamento de grãos

Jorge Almoas

O secretário de Infraestrutura e Logística da Ferroeste, José Richa Filho, disse hoje que a ferrovia que liga o Porto de Paranaguá a cidade de Guaíra pode se consolidar como o principal canal de escoamento de grãos, fortalecendo a indústria moageira de Mato Grosso do Sul. A intenção é estender a linha férrea de Guaíra até Dourados, no Sul do Estado.

José Richa participou hoje de reunião na Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários). A direção da Ferroeste também estará presente amanhã no encontro entre os governadores do Paraná, Beto Richa, e de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. Os chefes do executivo se reúnem com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.

“A extensão da Ferroeste até Dourados vai fortalecer os terminais exportadores de grãos e farelos no Mato Grosso do Sul”, afirmou José Richa.

Para o secretário, os investimentos na infraestrutura viária visam diminuir os custos e aumentar a competitividade do setor produtivo. “A ferrovia é a melhor opção para o transporte de grandes volumes a grandes distâncias”, ressaltou.

Nesta terça-feira, o governador André Puccinelli disse que vai dar atenção especial aos modais de transporte e a projetos estratégicos de grande porte “para atração de novos empreendimentos” ao Estado. A declaração foi feita na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa.

Os governadores do Paraná e de Mato Grosso do Sul batalham junto ao Ministério dos Transportes para que as obras do ramal entre Cascavel e Guaíra sejam contempladas no PAC-2 (Programa de Aceleração do Crescimento). A intenção é que o ramal Guaíra – Dourados também esteja inserido no PAC-2.

O presidente da Ferroeste, Maurício Querino Theodoro, cita que a produção agrícola dos dois Estados é muito expressiva, ao dizer que Mato Grosso do Sul e o Paraná são os celeiros do Brasil. “A produção chega a 16 milhões de toneladas por ano”.



Com a madeira de lei existente no Brasil, é possível a união com as Siderurgias, fazerem com que haja o emprego tão falado ê pouco existente.
Onde a mão de obra não qualificada, encontrará o prato de comida.
Meus parabens, por terem um ideal de fácil realização.
 
Jair de Paula Pereira em 12/09/2011 03:36:28
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