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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

25/09/2013 15:46

Greves dos bancos e Correios continuam por tempo indeterminado

Mariana Lopes
Correios e bancos estão com funcionários em greve há mais de uma semana (Foto: Cleber Gellio)Correios e bancos estão com funcionários em greve há mais de uma semana (Foto: Cleber Gellio)

A greve que começou na semana passada, tanto dos funcionários dos bancos quanto dos Correios, continua por tempo indeterminado. Ambas as categorias não receberam proposta de acordo das respectivas empresas e os sindicatos declaram que a paralisação não tem previsão de acabar enquanto não houver negociação das reivindicações dos trabalhadores.

Segundo a presidente do Sindicato dos Bancários, Iaci Azamor, desde que a greve foi anunciada não houve qualquer contato da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). “Não tem negociação, então não tem nem o que ser avaliado, portanto, manteremos a paralisação”, pontua.

Em Mato Grosso do Sul, aproximadamente 1,6 mil bancários estão parados, ou seja, mais de 50% do efetivo. Ainda de acordo com Iaci, mais agências do interior do Estado entraram em contato com o sindicato para aderir à greve, mas por enquanto o número permanece estável.

A categoria pede reajuste de 11,93%, o que representa aumento real de 5% acima da inflação. Outro pedido é o fim das demissões e das metas abusivas e da terceirização. O mês de setembro é data-base para negociação salarial da categoria.

No caso da greve dos funcionários dos Correios, que está no oitavo dia, o secretário-geral do Sintect-MS (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares do Estado), Alexandre Takachi, afirma que a empresa cessou acordo, então a situação será julgada pelo Tribunal de Justiça, mas não há previsão de data.

“Mas estamos abertos à negociações, a qualquer momento a empresa pode chamar a categoria e apresentar uma proposta, mas até isso acontecer, continuamos em greve”, ressalta o secretário.

Ainda segundo informações do Sindicato, foi mantida a adesão dos primeiros dias, porém, com acréscimo de funcionários de Ponta Porã. No total, 70% do efetivo de trabalhadores aderiram à greve em Mato Grosso do Sul.

A categoria reivindica 7,13% de reposição da inflação; aumento real de 15%; aumento linear de R$ 200,00, mais as perdas salariais pela manutenção do Correio Saúde e contra a Postal Saúde; entrega de correspondências somente pela manhã; e jornada de 6 horas para os atendentes.

Os trabalhadores recusaram proposta dos Correios de 8% de reajuste salarial mais 6,27% nos benefícios: vale refeição, vale-creche e vale cesta.



Esses bancários são muito cara de pau! Prestam um atendimento de pessíma qualidade, quase não trabalham e ainda se acham no direito de fazer greve e prejudicar a população!Tem muita gente precisando de trabalho enquanto eles ficam fazendo doce e deixando de trabalhar! Já ganham mais do que o suficiente para o que fazem!
 
charline vilela em 26/09/2013 16:12:48
concordo com o maximiliano! corta o ponto q eles deixam de prejudicar quem precisa desses serviços!
 
cleiton santos em 26/09/2013 12:44:02
Mas eles só tem esse desrespeito com a população porque eles continuam recebendo salário e não perdem o emprego, mandem uma duzia de cada banco pra rua e comuniquem que todos os dias de paralisação serão descontados do salário no fim do mês, só aí metade já volta no mesmo dia.
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 25/09/2013 17:07:15
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