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Interior

Alvo de disparos, homem foge de ataque após atropelar pistoleiro

Pistoleiro teve diversas fraturas pelo corpo ao ser atropelado pela vítima do ataque

Adriano Fernandes e Helio de Freitas | 31/05/2022 20:28
Motocicleta que era usada por um dos atiradores. (Foto: Marciano Cândia)
Motocicleta que era usada por um dos atiradores. (Foto: Marciano Cândia)

Alvo de disparos em atentado, um paraguaio, de 36 anos, ainda conseguiu atropelar um dos atiradores, nesta manhã (31) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã, a cerca de 313 quilômetros de Campo Grande. Marcio Vera, de 36 anos, foi atacado por dois criminosos por volta das 08h30 em uma estrada, a aproximadamente 50 metros da "Rota V Bernardino", em Pedro Juan.

Félix Leonor Quiñónez Herrera, preso após atirar contra vítima de 36 anos. (Foto: Divulgação) 
Félix Leonor Quiñónez Herrera, preso após atirar contra vítima de 36 anos. (Foto: Divulgação)

Mesmo ferido a tiros, Marcio atropelou os pistoleiros com um Onix e conseguiu deixar o local do ataque. Ao chegar em casa ele acionou o socorro e foi encaminhado para o hospital Viva Vida, em Pedro Juan onde foi operado e não corre risco de vida.

Já os pistoleiros fugiram a pé do local do ataque, deixando para trás uma motocicleta, que foi arrastada no atropelamento, mas um deles foi encontrado pela polícia depois de ser levado ao hospital pela própria família. Félix Leonor Quiñónez Herrera, de 46 anos, é quem teria atirado na vítima.

Ele deu entrada em unidade hospitalar de Pedro Juan com várias fraturas pelo corpo, decorrentes do atropelamento. Ele está internado sob escolta enquanto o comparsa, segue foragido. Nesta tarde Félix passou por cirurgia e seu quadro clínico é grave, devido às várias costelas que ele fraturou no atropelamento, conforme o portal Última Hora.

Nesta terça-feira (31), uma equipe policial também foi até a sua residência, na Rua 2 de Mayo, perto de Panchito Lopez, no Bairro Obrero de Pedro Juan Caballero. Lá, eles apreenderam várias peças de roupas, inclusive, as que teriam sido utilizadas no atentado. Quiñónez Herrera tem uma proibição de sair do país e um histórico de roubo. Já as circunstâncias que levaram ao ataque estão sendo investigadas pela polícia paraguaia.

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