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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/05/2016 14:51

Após ações para economizar, prefeitura dará reajuste de 9,39% aos servidores

Priscilla Peres
Prefeito Paulo Duarte conversou com os servidores sobre o reajuste. (Foto: Clóvis Neto/Prefeitura)Prefeito Paulo Duarte conversou com os servidores sobre o reajuste. (Foto: Clóvis Neto/Prefeitura)

Os servidores municipais de Corumbá - distante 419 km de Campo Grande, terão reajuste de 9,39% este ano. O índice foi proposto pelo prefeito Paulo Duarte (PDT), aceito pelos sindicatos dos funcionários e da educação e agora segue para aprovação da Câmara de Vereadores.

Em época de crise econômica e redução de gastos, o prefeito explica que foram feitas economias para conseguir chegar a esse índice. “Como servidor público de carreira, sei muito bem da importância que cada trabalhador tem para manter a máquina pública funcionando bem”, explica.

Em dezembro de 2014, a prefeitura criou o COGEF (Conselho Municipal de Gestão Financeira) e adotou várias medidas para otimizar a utilização dos recursos públicos. “Contratos foram renegociados e despesas permanentes, como água, luz, telefone e combustível, diminuídas. Hoje, até a liberação de diárias são avaliadas pelo COGEF", explica o secretário de Gestão Pública e menbro do conselho.

Luiz Henrique destaca que o reajuste será aplicado em duas etapas. “A primeira já no vencimento de maio, de 6%. Os outros 3,39% serão repassados em outubro, mês em que comemoramos do Dia do Servidor. Essa medida é necessária para não haja um desequilíbrio nas contas do Município”.

O prefeito afirma que tal aumento só será possível graças as mudanças feitas nos últimos meses. “Não foi fácil chegar até esse índice de reajuste linear para todos os servidores da Prefeitura. Aliás, isso só foi possível graças a um conjunto de medidas, sempre voltadas ao bem da população em geral. Focamos nossos investimentos em ações realmente importantes”, completou Duarte.

Entre a economia feita nos útlimos meses, por exemplo, a prefeitura mudou o horário de expediente e com isso, houve queda de 15% no consumo na comparação feita entre abril de 2015 e abril de 2016. No consumo de água, a redução chega a 20% e com telefonia em 3,5%.

De abril de 2015 até agora, a economia ficou em torno de R$ 250 mil. Com relação ao combustível, a diminuição foi de 14% para a gasolina e de 22% para o diesel. Com o expediente de 6 horas, deixaram de ser consumidos cerca de 12 mil litros de combustível.



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