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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

20/03/2016 15:55

Cidade ganha plano de R$ 1 milhão para desenvolvimento sustentável

Mariana Castelar
Representantes de várias entidades apresentam Programa de Apoio à Gestão Pública está orçado em R$ 1 milhão. (Foto: Site Jornal do Povo)Representantes de várias entidades apresentam Programa de Apoio à Gestão Pública está orçado em R$ 1 milhão. (Foto: Site Jornal do Povo)

Três Lagoas é o primeiro município “não capital” a receber o programa Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis. O Programa de Apoio à Gestão Pública está orçado em R$ 1 milhão, e é voltado para aprimorar a qualidade de vida dos seus habitantes, além de preparar a cidade para o desenvolvimento sustentável.

De acordo com o gerente geral do Instituto Votorantim, Rafael Giogielli, um dos motivos dela ser escolhida foi devido à presença da Fibria na cidade. “Três Lagoas é um município que cresce muito, e que, através de uma ferramenta como esta, pode se tornar referência no mundo”.

O programa será executado em cinco fases, tendo início neste mês de março devendo ser concluído até o final deste primeiro semestre. Neste período, serão coletados 120 indicadores através de mil entrevistas de pesquisa de opinião. O objetivo é identificar as dimensões ambiental urbana e fiscal com a sociedade local para a definição de prioridades dos investimentos que deverão ser feitos a longo prazo. Além disso, o grupo de trabalho irá identificar oportunidades de captação de recursos com fundos já existentes e fará estudos de base ambiental e de competitividade que impactam o município e o seu desenvolvimento econômico.

Presidente da Fibria, Marcelo Castelli fala que se a cidade tem uma qualidade de vida boa, todos gostarão de morar na cidade. “Três Lagoas será uma cidade que continuará crescendo e se desenvolvendo, mas agora com plano e ideias que irá torná-la cada vez mais sustentável. A intenção é que a cidade se desenvolva com um custo menor e uma eficiência maior, para que sobre dinheiro que deverá ser investido na cidade em outras áreas. Isso fixa mão de obra, fixa raízes e o ambiente melhora para todos nós".

O Plano Diretor Participativo terá foco no ordenamento territorial, com diretrizes para uso e ocupação do solo. Nessa etapa, será analisado o planejamento urbano a longo prazo considerando a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento socioeconômico.

O projeto também permitirá uma melhor organização das regiões do município levando-se em conta as suas diferentes vocações, integrando o planejamento com áreas de transportes, saneamento, habitação, instalação e manutenção de equipamentos públicos.

Ressaltando o crescimento que a cidade já tem tido, o secretário de Estado do Governo de Mato Grosso do Sul, afirma que o foco agora é o desenvolvimento.
“O projeto contará com 15 consultores especializados nas áreas. Todo esse trabalho será georreferenciado e servirá para qualquer novo gestor e mais, para longo prazo. Geralmente as cidades que crescem muito, acabam crescendo desordenadamente e não queremos isso aqui.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o Instituto Votorantim e a Fibria irão financiar a elaboração do Plano de Ação Três Lagoas Sustentável e a revisão do Plano Diretor Participativo para o desenvolvimento do município a longo prazo.



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