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Campo Grande, Domingo, 26 de Fevereiro de 2017

11/06/2013 19:39

Dupla matou funcionário público para roubar R$ 700, diz Polícia

Viviane Oliveira
Alexandre, travesti conhecido por “Alessandra”, e Soner são acusados de matar o empresário. (Foto: Luiz Fernando Victório/Diário Online)Alexandre, travesti conhecido por “Alessandra”, e Soner são acusados de matar o empresário. (Foto: Luiz Fernando Victório/Diário Online)

Duas pessoas foram apresentadas pela Polícia na tarde de hoje (11) acusadas de matar o funcionário público Evenner Dolabani Kassar, de 38 anos, para roubar R$ 700, que carregava na carteira. Ele foi encontrado morto, com um tiro que atingiu a parte de cima da cabeça, por volta das 6 horas do dia 12 de maio. O corpo foi encontrado dentro de uma caminhonete Nissan Frontier, de cor prata, na rua Antônio Maria, no Centro de Corumbá, distante 419 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com o delegado titular do 1º Distrito Policial, Gustavo Bueno, foram presos Soner Claros da Cunha, de 43 anos, e Alexandre Júnior Duarte da Silva, de 20, travesti conhecida por “Alessandra”. Os dois foram indiciados por latrocínio, roubo seguido de morte. Se condenados podem pegar até 30 anos de prisão.

O delegado explica que a hipótese do latrocínio surgiu quando os policiais descobriram que o funcionário público havia feito um saque de cerca de R$ 700, dinheiro que não foi encontrado na caminhonete. 

"O crime está 100% esclarecido, o assassinato ocorreu para que a dupla não fosse denunciada. Houve o roubo e a vítima ficou amedrontada. Rodou com eles nas ruas de Corumbá, sob ameaça e para que não viesse à Polícia denunciar, foi feito o disparo", diz, acrescentando que o inquérito deve ser concluído nesta quarta-feira (12) e encaminhado à Justiça.

O disparo que matou Evenner foi feito por Soner, que era o dono da arma, que não foi localizada. Segundo a Polícia, Soner deixou o revólver em um ponto de droga. Ainda de acordo com as investigações, os acusados teriam saído no dia do crime com o intuito de roubar. 

Segundo o delegado, as câmeras de segurança no local foram fundamentais para montar a cronologia dos fatos no dia do crime.

(Com informações do site Diário Online)




Pois é, quando um travesti ou homossexual é assassinado, a imprensa faz um alarde daqueles, dizem que é por preconceito. E quando eles (travestis) matam um cidadão comum, o que acontece? cade o alarde da imprensa?
 
NSoares em 13/06/2013 10:21:13
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