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Campo Grande, Domingo, 13 de Outubro de 2019

20/08/2018 09:18

Estudante brasileira morta na fronteira foi torturada e estuprada

Mato-grossense Erika de Lima Corte tinha várias perfurações no corpo; assassinato ocorreu em Pedro Juan Caballero

Helio de Freitas, de Dourados
Erika era de Barra do Garças (MT) e cursava medicina em Pedro Juan (Foto: Reprodução/Facebook)Erika era de Barra do Garças (MT) e cursava medicina em Pedro Juan (Foto: Reprodução/Facebook)

A estudante brasileira Erika de Lima Corte, 29, assassinada na madrugada de hoje (20) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande, foi estuprada e torturada, segundo policiais que investigam o crime.

Moradora de Barra do Garças (MT), Erika era uma dos milhares de brasileiros que moram atualmente na fronteira para cursar medicina. Ela dividia uma casa no bairro Mariscal Estigarribia com outra brasileira, Milena Cristina de Matos Oliveira, 20.

Milena não estava na casa na hora da morte, possivelmente por volta de 0h30, segundo afirmou o médico forense do Ministério Público paraguaio Cesar Gonzalez.

De acordo com os policiais que foram no local do crime, Erika levou dois golpes de faca no peito e um no pescoço. Pelo menos outros 16 pequenos cortes foram encontrados no corpo, indicando que a brasileira foi torturada. O rosto estava coberto por um pano.

Ela estava de camiseta e calça, mas os policiais afirmam que Erika sofreu violência sexual. Uma peça íntima foi encontrada perto do corpo, que foi arrastado pelos cômodos da casa, já que tinham uma mancha de sangue entre uma peça e outra.



Sempre usei este espaço para mostrar minha indignação com o comportamento das autoridades da área de segurança do nosso estado com os crimes na fronteira.
Toda vez que acontecia uma morte, as autoridades se limitavam a dizer que era acerto de contas entre traficantes e os crimes ficavam sem nenhuma apuração.
Com o tempo, o Estado perdeu totalmente o controle sobre a criminalidade na fronteira e a população já começa a sentir os reflexos da violência.
Com a palavra as autoridades do MS.
 
Critico em 20/08/2018 12:37:32
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