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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

10/12/2015 12:09

Garoto de 14 anos é picado no pé por Jararaca e está internado no CTI

Luana Rodrigues
Cobra foi recolhida por pesquisadores do Biotério da UCDB. (Foto: Gabriel Salvi/ UCDB)Cobra foi recolhida por pesquisadores do Biotério da UCDB. (Foto: Gabriel Salvi/ UCDB)

Um adolescente de 14 anos foi picado por uma cobra Jararaca da espécie Bothrops moojeni, na manhã desta quinta-feira(10). O ataque ocorreu em um posto de gasolina, na BR -262, em Terenos. O jovem teve de ser trazido para o hospital Regional de Campo Grande, onde está internado.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do hospital, o rapaz foi picado no pé direito e está no no CTI - Centro de Tratamento Intensivo, mas não corre risco de morte. Ele mesmo capturou a cobra de pouco mais de 60 centímetros, que foi recolhida por pesquisadores do Biotério da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).

Conforme a gestora do Bioterio, Paula Helena Santa Rita, o animal - que está com um ferimento na cabeça, provavelmente causado por uma pancada - é um filhote, por isso tem o veneno mais concentrado. No entanto, esta espécie não é a de maior potencial ofensivo, se comparada a outras da mesma família.

De acordo com a especialista, o acidentado pode sentir dor, inchaço, e poderia ter hemorragia e até necrose do local da picada, caso o veneno não fosse bloqueado.

Perigo - Paula Helena explica ainda que nesta época do ano, próxima ao verão, há um aumento do número de acidentes com animais peçonhentos. Isso porque há maior disponibilidade de presas devido insetos nascerem nos meses quentes e é o período de reprodução das serpentes.

Dependendo da espécie de cobra, por exemplo, cada animal pode ter até 50 crias, como é o caso da jararacaçu, que tem 16 vezes mais veneno que outras serpentes. Engana-se quem pensa que os recém nascidos são inofensivos: mesmo os filhotes já têm o veneno capaz de provocar danos à saúde.

Além disso, por serem pequenos e em maior número que os adultos, os filhotes representam um risco extra, pois, por causa de seu tamanho, são mais difíceis de serem notados. Por isso, o número de acidentes com cobras nessa época também aumenta.

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