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Interior

Indústria é investigada após moradores relatarem cheiro insuportável

Moradores próximos fizeram abaixo-assinado relatando o problema e MP abriu Inquérito Civil

Por Izabela Cavalcanti | 22/05/2026 09:33
Indústria é investigada após moradores relatarem cheiro insuportável
Pavilhão de processo produtivo na indústria (Foto: Divulgação/MPMS)

O Ministério Público abriu Inquérito Civil para apurar denúncias de mau cheiro vindo de uma indústria em Jaraguari, município a 47 quilômetros de Campo Grande.

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O Ministério Público abriu Inquérito Civil para apurar denúncias de mau cheiro gerado pela Santa Rita Indústria de óleos e proteínas, em Jaraguari, a 47 km de Campo Grande. Moradores fizeram abaixo-assinado relatando odores fortes que impedem refeições, visitas e o uso dos imóveis, além de causar proliferação de insetos e desvalorização imobiliária. A empresa nega queima de resíduos e afirma usar equipamentos para tratar vapores do processo produtivo.

Moradores próximos fizeram abaixo-assinado relatando que a Santa Rita Indústria de óleos e proteínas transmite odores “extremamente fortes e desagradáveis”. Segundo eles, isso impede a permanência de moradores em casas e chácaras, aumenta a proliferação de moscas e insetos, causa a desvalorização imobiliária e danos à qualidade de vida.

Os moradores também citaram que a situação torna insuportável a permanência nas casas e chácaras, ocasionando “incômodo diário aos moradores, que não conseguem realizar refeições, receber visitas ou usufruir plenamente de seus imóveis; proliferação de moscas e insetos, que afetam diretamente a saúde e o bem-estar; desvalorização imobiliária; e danos à qualidade de vida, com dificuldade de convivência social e limitações no uso das propriedades”, diz o documento do abaixo-assinado.

A empresa justificou que não realiza a queima de resíduos de origem animal, mas faz o cozimento do material coletado e depois o transforma em farinha e gordura de origem animal. Também informou que usa aerocondensadores para tratar os vapores gerados no processo.

O Ministério Público solicitou à Polícia Militar Ambiental a fiscalização no empreendimento. O Campo Grande News entrou em contato com a empresa para um posicionamento e aguarda o retorno.

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