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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019

15/09/2018 08:42

Justiça estadual condena mais oito denunciados na operação Uragano

Realizada pela Polícia Federal, ação investigou corrupção ativa, corrupção passiva e fraude à licitação

Aline dos Santos
Operação investigou denúncias de fraudes na gestão de Ari Artuzi, que foi prefeito de Dourados. Operação investigou denúncias de fraudes na gestão de Ari Artuzi, que foi prefeito de Dourados.

A Justiça condenou mais oito pessoas denunciadas na operação Uragano, que em 2010 levou dezenas de políticos, empresários e servidores públicos para a cadeia em Dourados. O juiz da 2ª Vara da Comarca de Dourados, Marcus Vinícius de Oliveira Elias, acatou o pedido do MP/MS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e as penas somadas ultrapassam 127 anos de reclusão, com regime inicial fechado.

Em relação à denúncia de corrupção na gestão do Hospital Evangélico, foram condenados Eliézer Soares Branquinho e Marco Aurélio de Camargo Areias. As penas são de 19 anos e 9 meses de reclusão. Do caso Planacon, Geraldo Alves de Assis foi condenado a 22 anos e 9 meses. Márcio José Pereira, do caso Tecno Byte, foi condenado a seis anos de reclusão. A mesma pena foi aplicada a Gilberto de Andrade, do caso Central Armas.

José Antônio Soares, do caso MS Construtora, teve condenação de 17 anos e seis meses de reclusão. No caso Medianeira, os condenados são Paulo Roberto Saccol e Marcelo Minbacas Saccol, ambos com pena de 19 anos e nove meses de reclusão. Paulo Roberto Nogueira, relacionado no caso do Hospital Evangélico, foi absolvido.

No total, 60 pessoas foram denunciadas, incluindo o então prefeito Ari Artuzi (falecido), vereadores, secretários municipais e servidores. A ação penal foi desmembrada oito processos, dada a complexidade do caso. Atuaram no processo os promotores Amilcar Araujo Carneiro Junior, Cláudia Loureiro Ocariz Almirão, Cristiane Amaral Cavalcante, Izonildo Gonçalves de Assunção Júnior, Luiz Gustavo Camacho Terçariol, Paulo César Zeni e Ricardo Rotunno.

Realizada pela PF (Polícia Federal), a Uragano investigou corrupção ativa, corrupção passiva, fraude à licitação, pagamento de vantagens indevidas a agentes público, favorecimento de pessoas e empresas mediante direcionamento e fraudes em licitações.

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