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Interior

Mais um município de MS retoma uso obrigatório de máscara

Até agora, três cidades decretaram restrições para conter nova onda de covid e gripe

Por Adriel Mattos | 12/01/2022 17:49
Vista aérea de Antônio João. (Foto: Divulgação/Sanesul)
Vista aérea de Antônio João. (Foto: Divulgação/Sanesul)

A prefeitura de Antônio João - cidade no sul do Estado a 319 km da Capital - decretou novamente o uso obrigatório de máscara de proteção facial. A medida está publicada na edição desta quarta-feira (12) do Diário Oficial da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

Além disso, o comércio deve observar as demais medidas de biossegurança, como o distanciamento de 1,5m e a disponibilização de álcool 70%. A Vigilância Sanitária efetuará a fiscalização, e poderá até recolher o alvará em caso de descumprimento.

Recrudescimento – Ponta Porã e Ribas do Rio Pardo também lançaram novos decretos para conter a nova onda de covid-19 e a epidemia de gripe (Influenza “A” H3N2). Em Ponta Porã, o uso de máscara voltou a ser obrigatório.

Apesar do aumento das infecções, a Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã notou considerável elevação na procura por vacinas, no entanto, a quantidade de não-vacinados ainda é grande. “Acho que estão se dando conta da grave situação.  Hoje tivemos um óbito e o morador não estava vacinado. Dos internados, a maioria também não tomou a vacina. Por isso, nosso apelo é para que a população não deixe de se vacinar”, disse o prefeito Hélio Peluffo (PSDB).

Já em Ribas do Rio Pardo, há toque de recolher a partir das 22h (de segunda a quinta-feira) e das 23h (nas sextas, sábados e domingos). Em todos os dias, a medida tem fim às 5h da data seguinte.

O prefeito João Alfredo Danieze (PSOL) explica que os casos de covid-19 no município reduziram a zero até o começo de dezembro e que não havia necessidade de restrições. “Era diretriz da administração continuar com as restrições, mas o comitê formado por várias entidades resolveu acabar com o toque de recolher e inclusive, o uso de máscaras na cidade”.

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