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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

19/02/2016 10:00

Ministério diz que prazo para cidade turística ter internet vai até 2019

Liana Feitosa
Anatel tem até dezembro de 2019 para cobrir a cidade com tecnologia 3G e ainda não se sabe exatamente quando isso vai acontecer. (Foto: Divulgação)Anatel tem até dezembro de 2019 para cobrir a cidade com tecnologia 3G e ainda não se sabe exatamente quando isso vai acontecer. (Foto: Divulgação)

Passados 80 dias desde que o ministro das Comunicações, André Figueiredo, esteve em Mato Grosso do Sul e afirmou estar negociando com empresas para ofertar rede de internet de alto desempenho em Bonito, cidade a 257 quilômetros, nada mudou. O município conta apenas com sinal 2G e a previsão é que este cenário mude até 2019.

De acordo com nota do Ministério das Comunicações, enviada ao Campo Grande News ontem (18), a Secretaria de Telecomunicações está negociando com operadoras para que o sinal de 3G seja disponibilizado em Bonito nos próximos três anos.

Em dezembro do ano passado, o ministro afirmou que Bonito é um dos destinos ecoturísticos mais importantes do país e que, por isso, buscava empresas que pudesse ofertar conexão 3G o quanto antes.

"[Bonito] precisa ter internet, não apenas 3G, mas também 4G. Estive com representantes de duas operadoras e confirmei com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que em Bonito só há a conexão 2G, dificultando a comunicação e até a realização de eventos”, reconheceu Figueiredo na época.

Promessa - Depois de falar da importância da cidade para o ecoturismo, prometeu que a chegada da internet seria em “curto prazo”, mas a situação não parece que será resolvida tão cedo.

A questão é que a Anatel tem até dezembro de 2019 para cobrir a cidade com tecnologia 3G, e ainda não se sabe exatamente quando isso vai acontecer.

"A cidade de Bonito-MS, segundo o Edital nº 002/2007/SPV-Anatel, tem o prazo para ser coberta até dezembro de 2019 com tecnologia 3G. Ainda não temos uma data, anterior a dezembro de 2019, para atendimento. As operadoras se comprometeram a estudar a melhor forma de atender a localidade e nos posicionar", explica a nota.

A situação afeta tanto moradores e empresários da região, quanto turistas. Até mesmo a realização de serviços frequentes, como emissão de voucher e reservas de passeios, ficam comprometidos.



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