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Campo Grande, Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

29/01/2020 07:05

Morre jovem de 25 anos, segunda vítima de atentado na fronteira

Conforme apurou o jornal ABC Color, o alvo do ataque era Celso Maldonado Duarte; ele morreu com 35 tiros

Anahi Zurutuza
Gesica Nunes Arévalos, de 25 anos, em foto publicada em rede social (Foto: Arquivo pessoal)Gesica Nunes Arévalos, de 25 anos, em foto publicada em rede social (Foto: Arquivo pessoal)

Gesica Nunes Arévalos, ferida em um tiroteio na residência de um comerciante do Capitán Bado, cidade paraguaia vizinha a Coronel Sapucaia (MS), teve a morte confirmada na manhã desta quarta-feira (29). Conforme apurou o jornal ABC Color, o alvo do ataque era o dono da casa onde foi o ataque, Celso Maldonado Duarte, conhecido como “Maracanã”, de 46 anos.

Ele levou 35 tiros e morreu no local. Os pistoleiros, no entanto, atacaram todos os que estavam na residência. “Se não se mexessem, todos iam morrer", afirmou o chefe da Delegacia de Polícia de Capitán Bado, Alexander Méndez ao ABC Color.

Pelo menos mais três pessoas ficaram gravemente feridas. As vítimas foram surpreendidas depois que saíram de um centro poliesportivo onde jogavam os times de Capitan Bado e Pedro Juan, em disputa válida pelo campeonato nacional de futebol de salão do país vizinho.

O jogador do Capitán Bado, Fabio Chacho Alcaráz está entre os feridos e teve o joelho atingido por um tiro de fuzil. Ele é um dos maiores destaques do time. Diego Peralta e Mauricio Escobar Maldonado também ficaram feridos no tiroteio e foram levados para hospital da região.

Outras pessoas que estavam na confraternização conseguiram correr e por isso não ficaram feridas.

Há a suspeita da polícia paraguaia de que o ataque não tenha relação com o jogo e se trate de mais um acerto de contas ligado ao crime organizado da região de fronteira.

Fabio Alcaráz, jogador do Capitán Bado, levou cinco tiros e ficou ferido no joelho (Foto: Gilberto Ruiz Diaz/ABC Color)Fabio Alcaráz, jogador do Capitán Bado, levou cinco tiros e ficou ferido no joelho (Foto: Gilberto Ruiz Diaz/ABC Color)
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“Se não se mexessem, todos iam morrer"?

Eu iria ficar pulando o tempo todo pra não morrer...
 
Belmiro Chiappetta em 29/01/2020 09:11:06
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