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Campo Grande, Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

07/06/2013 18:40

PF ouve todos que tiveram contato com índio morto em confronto

Viviane Oliveira e Alny Mary Dias, de Sidrolândia
Polícia Federal está ouvindo as pessoas no hospital de Sidrolândia. (Foto: Cleber Gellio)Polícia Federal está ouvindo as pessoas no hospital de Sidrolândia. (Foto: Cleber Gellio)

A Polícia Federal vai ouvir todas as pessoas que tiveram contato no dia do confronto com o terena Oziel Gabriel, de 35 anos, morto durante reintegração de posse na aldeia Buriti na última quinta-feira (29), em Sidrolândia, distante 71 quilômetros de Campo Grande.

Um delegado com uma equipe de pelos seis policiais estão no Hospital Beneficente Dona Elmiria Silvério Barbosa, onde o terena morreu, ouvindo enfermeiros, médicos, funcionários em geral que estavam de plantão, além das pessoas que socorreram Oziel.

O funcionário da Pax Bom Jesus, Anderson Machado dos Santos, que fez a necropsia no corpo do terena, também será ouvido ainda hoje no hospital. “Eles passaram na Pax e pediram para o gerente e eu virmos para o hospital”, diz.

As oitivas não têm hora para terminar. A todo o momento funcionários chegam ao hospital para prestar esclarecimentos. Além disso, a Polícia tenta localizar o avicultor Rodrigo Cunico, de 29 anos, que deu carona para o indígena até o hospital. 

Oziel foi ferido por tiros durante conflito entre policiais e indígenas. Foram feitas duas autópsias no corpo dele, sendo a segunda por peritos de Brasília.

No local do conflito foram encontrados projéteis de calibre ponto 40, ponto 45 e 9mm, que são de uso policial. A fazenda Buriti está ocupada pelos indígenas desde o dia 15 de maio. Os terenas continuam no local. A Força Nacional de Segurança Pública começou a atuar hoje na região.




que perda de tempo, meu Deus. o cara estava num confronto, bala pra todo lado, e vcs acham que alguém vai falar, eu mirei no índio e atirei. Isso é perder tempo com nosso dinheiro. vamos resolver logo esse confronto que esta apenas começando.
porque a PF não faz um cerco (cerco e forma de circulo pra nenhum fugir) gigantesto na aldeia deles, e vasculha armas? com certeza encherão um caminhão.
a justiça deu sinal verde pros fazendeiros resistirem a invasões. Vcs vao ver o que é morrer gente agora.
 
luciano marques em 07/06/2013 22:59:27
Será que o corporativismo vai deixar sabermos a verdade? A investigação não deveria começar na própria casa e com a pericia nas armas dos agentes? Tomara que a verdade venha a tona, afinal foi o ministro da justiça e a presidente que determinou a apuração e que responsáveis pela morte de um inocente, sejam presos e pague pelo homicídio..
 
samuel gomes-campo grande em 07/06/2013 21:57:30
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