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Interior

Polícia prende dois suspeitos de envolvimento na morte de cantor

Suspeito de ser autor do crime ainda está foragido. Geovane de Oliveira, de 22 anos, e David Gomes de Oliveira, 39, foram presos na noite de ontem (5)

Por Izabela Sanchez | 06/08/2018 14:15
O cantor Pele Negra, assassinado a tiros na madrugada de domingo (5) (Divulgação)
O cantor Pele Negra, assassinado a tiros na madrugada de domingo (5) (Divulgação)

A Polícia prendeu, na noite de domingo (5), dois suspeitos de envolvimento na morte do cantor Jorge Edson dos Santos Ferreira, 27, conhecido como “Pele Negra”. O cantor foi assassinato a tiros na madrugada deste domingo (5) em uma tabacaria chamada “Tabacaria do Seu Zé”, em Três Lagoas, a 338 km de Campo Grande.

Conforme o site Perfil News, Geovane de Oliveira, de 22 anos, e David Gomes de Oliveira, 39, foram presos pelo crime de favorecimento pessoal no homicídio do músico. Segundo o site, Geovane relatou que estava na tabacaria junto com o irmão José Edi Gomes de Oliveira Sobrinho e com o suspeito de ser o autor dos disparos, Marcio Pereira Viana, que está foragido.

Ainda de acordo com o site, Geovane também disse ter presenciado o momento em que o atirador se desentendeu com os seguranças e foi retirado do estabelecimento. Geovane afirmou que o buscou o revólver, calibre 38 e o entregou a Marcio.

Após o tiroteio, o jovem teria ido té o rancho do tio, David, no bairro Cinturão Verde, e, lá, encontrou José e Marcio. Conforme explicou, o irmão segurava a arma do crime. Depois de algumas horas, ainda segundo Geovane, Marcio e José deixaram o rancho em um automóvel Astra de cor preta.

A polícia faz buscas pela dupla e encontrou David no Residencial Orestinho. David confirmou que os sobrinhos Geovane e José, e Marcio estiveram no rancho. O homem também declarou que eles contaram sobre o atentado à tabacaria e afirmou ter visto o revólver. Segundo o Perfil News, Marcio tem passagens na polícia por homicídio, assalto à mão armada, furto, direção perigosa e porte ilegal de arma.

O caso - Conforme a ocorrência, houve um desentendimento entre clientes por volta das 3h e Marcio foi expulso. Ele teria afirmado que “voltaria ao local”, e 30 minutos depois voltou acompanhado de outro rapaz, não identificado. Ele teria insistido para entrar na casa, mas o proprietário do local não permitiu.

Ele portava uma arma e efetuou vários disparos contra a porta principal, que estava fechada. Os tiros atingiram três pessoas, um segurança, identificado Fernando Lenquistt Farhat, um funcionário, identificado como Gilberto dos Santos Ferreira e o cantor. O segurança estava atrás da porta e o funcionário e o cantor atrás do balcão.

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