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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

10/02/2016 12:55

Secretários se reúnem com assentados e pedem fim de interdição na MS-164

Caroline Maldonado
O bloqueio é no quilômetro 45, entre a Vila Secador e o trevo da sede do Itamarati (Foto: Porã News)O bloqueio é no quilômetro 45, entre a Vila Secador e o trevo da sede do Itamarati (Foto: Porã News)

Está interditado desde o início da manhã de hoje (10), trecho da MS-164, em Ponta Porã, a 323 quilômetros de Campo Grande. Há pouco, secretários do município chegaram ao local para conversar com os agricultores, que participam do protesto por melhorias nas estradas danificadas pelas chuvas. Diversos caminhões carregados de grãos não podem passar pelas vias por causa das erosões. 

Segundo prefeito de Ponta Porã, Ludimar Novais, os secretários de Obras, Agnaldo Miudinho, e de Governo, Eduardo Campos, foram até o ponto de interdição no quilômetro 45, entre a Vila Secador e o trevo da sede do Itamarati. Eles pedem que os assentados finalizem o bloqueio, que já causa congestionamento de mais de dois quilômetros. 

“Eles foram lá a pedido dos manifestantes para solicitar que a estrada seja liberada e agora estou aguardando notícias sobre a conversa”, disse o prefeito.

O protesto reclama não uso de recursos que teriam sido enviados pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para a prefeitura. Os manifestantes querem saber também porque o município não decretou situação de emergência em função dos estragos provocados pelas chuvas e reivindicam um projeto de regularização fundiária do núcleo urbano, com alterações, pois alegam que não houve participação efetiva da comissão nas discussões para elaboração do projeto.

O prefeito afirma que o movimento é fraco, pois não tem apoio de movimentos locais e acredita que a manifestação é política, apoiada pela oposição de sua administração. Ele assegurou que o recurso do Incra para melhorias nas estradas ainda não foi depositado. De acordo com o projeto, estão previstos R$ 4,5 milhões do Governo Federal e R$ 500 mil do município.

A prefeitura colocou à serviço dos agricultores uma patrola, um motonivelador e uma pá carregadeira, além de enviar 200 litros de diesel por semana, de acordo com o prefeito. O presidente da Associação de Moradores do Assentamento Itamarati, Luiz Artur dos Santos, informou ontem (9) que o combustível é insuficiente. Na manhã de hoje, o prefeito disse que já está sendo providenciado aumento no volume de diesel enviado. Serão necessários 12 mil litros para concluir a reforma dos pontos críticos, segundo Ludimar.

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