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Campo Grande, Quarta-feira, 17 de Julho de 2019

24/06/2019 19:53

Suspeita de participar da morte da filha de 1 ano é presa em Costa Rica

Crime aconteceu em Goiás e prisão da investigada foi decretada no último dia 10

Clayton Neves

Suspeita de participar da morte da filha, uma bebê de um ano e dois meses, Jaqueline Garcia Vieira foi presa na tarde desta segunda-feira (24), em Costa Rica, distante 305 quilômetros de Campo Grande. A recém-nascida morreu depois de ser espancada pelo padrasto que se irritou com o choro da menina. Durante investigação a polícia identificou participação de Jaqueline no crime e mandado de prisão contra ela foi expedido no último dia 10, pelo Fórum de Mineiros, em Goiás.

De acordo com informações do site MS Todo dia, Santa Rita do Araguaia. Na época, Gabriel Felizardo Silva, de 21 anos, padrasto do bebê, foi preso em flagrante depois de confessar o crime. A suposta participação de Jaqueline no crime foi identificada somente dois meses depois.

O caso - A menina foi socorrida com diversos ferimentos, inclusive traumatismo craniano, e encaminhada para um hospital em Rondonópolis, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. De acordo com delegado Júlio César Arana, da Polícia Civil de Mineiros, o autor não gostou que a menina não parava de chorar.

Segundo divulgado pela Rádio Verde Vale FM, Gabriel chegou em casa embriagado, espancou a criança e depois acordou a mãe, alegando que a vítima havia caído da cama na casa onde vivem, em Santa Rita do Araguaia. Eles procuraram socorro e, no hospital, foi levantada suspeita de agressão e o casal acabou sendo levado para Mineiros.

Certo de que não conseguiria esconder o crime, Gabriel acabou confessando. “Ele que tinha bebido e que depois de ir embora, encontrou a criança chorando. Descontrolado ele a agrediu com socos na frente da cabeça e na nuca”, explicou o delegado. Por conta das agressões, a menina desmaiou e caiu. “Foi então que ele avisou a mãe no quarto”, pontuou.

Enquanto o Gabriel e a esposa estavam na delegacia, o hospital de Rondonópolis informou, segundo relatado pelo próprio delegado, que a vítima teve morte cerebral. Por este motivo, foi dada voz de prisão a Gabriel, pelos crimes de tortura qualificada, cometida contra criança, e feminicídio.



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