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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

01/03/2016 14:54

TJMS suspende afastamento de vereadores presos na Operação Polígrafo

Cinco vereadores são investigados pelo Gaeco; três continuavam longe da Câmara, mas desembargador suspendeu afastamento

Helio de Freitas, de Dourados
Vereadores que estavam afastados desde dezembro foram à Câmara durante a sessão de ontem à noite (Foto: Rogério Sanches/Fátima News)Vereadores que estavam afastados desde dezembro foram à Câmara durante a sessão de ontem à noite (Foto: Rogério Sanches/Fátima News)

Mais três vereadores de Jateí, cidade a 292 km de Campo Grande, e o diretor geral da Câmara daquele município, reassumiram as funções nesta terça-feira (1º), por decisão do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

O presidente da Casa, Francisco Alves de Araújo (PT), o “Tiquinho”, os vereadores José Pereira da Silva (PMDB) e Rose Monica Duck Ramos (PSL), além do diretor da Câmara, Paulo Eduardo Simplício da Silva, estavam afastados desde dezembro, por decisão da Justiça de 1ª instância.

Naquele mês, a Operação Polígrafo, do Gaeco Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), prendeu legisladores e servidores da Câmara, acusados de peculato, falsidade ideológica, falso testemunho e associação criminosa. Entre as acusações contra os políticos estaria a ocupação de dupla função pública, o que é ilegal. Além do mandato no Legislativo, eles teriam cargos na prefeitura.

Nesta segunda-feira (29), o desembargador Romero Osme Dias Lopes deferiu o pedido de liminar impetrado pela defesa e suspendeu o afastamento. Os vereadores chegaram a comparecer à Câmara durante a sessão de ontem à noite, mas apenas como visitantes.

O desembargador acatou os argumentos dos advogados de defesa, de que não existe mais motivação para a manutenção do afastamento dos acusados, já que todas as medidas cautelares foram cumpridas.

Outros dois vereadores de Jateí são investigados pelo Gaeco – Maria Aparecida Neres Leite e Jeovani Vieira dos Santos, que já tinham reassumido o cargo no Legislativo. Outro investigado é Davi Pereira de Brito, contador da Câmara.



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