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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

04/03/2016 10:34

Três meses após cair durante cheia do Rio Amambai, ponte será reconstruída

Empreiteira contratada pelo governo do Estado começou a montar canteiro de obras para reconstruir ligação de MS ao Paraná

Helio de Freitas, de Dourados
Ponte sobre o Rio Amambai, na MS-487, caiu no dia 2 de dezembro (Foto: Roney Minella)Ponte sobre o Rio Amambai, na MS-487, caiu no dia 2 de dezembro (Foto: Roney Minella)

Três meses após desabar, a ponte sobre uma das vazantes do Rio Amambai, na MS-487, vai ser reconstruída. Uma das duas ligações rodoviárias de Mato Grosso do Sul com o Paraná, a ponte caiu por causa da cheia do rio provocada por chuvas intensas nos dois últimos meses do ano passado.

A rodovia liga os municípios de Naviraí e Itaquiraí à região de Icaraíma (PR), pelo Porto Camargo. Desde dezembro o tráfego está totalmente interditado no local.

A empreiteira Belter Construções Ltda., de Campo Grande, vencedora da licitação feita pelo governo de Mato Grosso do Sul, já começou a instalar o canteiro de obras para a reconstrução da ponte. Os alojamentos para os técnicos que virão da Capital para trabalhar na obra também estão sendo construídos. Trabalhadores locais também estão sendo contratados.

Os alojamentos estão sendo construídos no sítio do agricultor familiar José Dantas, no Assentamento Foz do Rio Amambai. O almoxarifado será instalado nas proximidades da ponte, para depósito de materiais e equipamentos usados na construção.

O mestre de obras Luiz Tadeu, que coordena o início dos trabalhos no canteiro de obras, informou que a empreiteira tem prazo de 90 dias concluir a ponte. Entretanto, segundo ele, o andamento da obra vai depender do clima.

Mais resistente – Com 20 metros de extensão e 13 metros de largura, a nova ponte será maior e mais resistente que a anterior, inaugurada em 2002. Luiz Tadeu disse que a nova estrutura terá 38 estacas.

Segundo ele, a construção antiga não contava com esta estrutura. Com o passar do tempo, a terra sob as cabeceiras diminuiu e o solo não suportou o peso. “Vamos bater estas estacas até uma profundidade mínima de dez metros. Se for necessário essa base será ainda mais profunda”, afirmou o mestre de obras. (Com informações de Roney Minella)



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