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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

01/09/2011 15:18

Justiça manda Estado custear exame feito na França para estudante de MS

Marta Ferreira

A estudante Milla dos Santos Pereira, de 24 ano, diagnosticada com uma doença rara, ganhou na Justiça o direito de ter custeado pelo Estado um exame que só é realizado em um laboratório no Brasil e um centro médico da França.

A decisão favorável é de junho, mas a estudante ainda aguarda a definição de como vai ser feito o exame, se no Brasil ou se no país Europeu. A decisão favorável é da juíza Maria Isabel de Matos Rocha, da 3ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos, determinando que o Estado de Mato Grosso do Sul assegure a realização do exame de pesquisa de mutação do gene no laboratório de São Paulo (SP) ou no de Paris, na França.

A estudante Milla dos Santos Perereira descobriu, em 2005, após um episódio súbito de hemorragia digestiva, que era portadora de uma síndrome rara que provoca cirrose biliar.

No laudo sobre o caso, a médica Silvia Naomi de Oliveira Uehara, informou que “a paciente apresenta sinais de cirrose biliar”, que foi visualizada por biopsia do fígado. No exame foram constatadas diversas alterações e a possibilidade de ser portadora de uma rara doença hepática.

O exame para comprovar a doença é feito por meio de pesquisa de mutação de gene. Em Mato Grosso do Sul, não há laboratórios que realizem o procedimento e no Brasil ele pode ser feito apenas em um único laboratório, em São Paulo (SP). No local o geneticista colhe o material, que é enviado para análise nos Estados Unidos.

Outro meio de realizar o procedimento é no Hospital Bicêtre, da

Universidade de Paris, na França. Neste caso a assistida teria que viajar até o país europeu para fazer a coleta do material.

“Eu estive na Casa da Saúde esta semana e eles me informaram que o laboratório de São Paulo não realiza mais a coleta do material para este exame. Então estou aguardando uma posição para definirem se eu terei que ir para a França”, afirmou a estudante

A defensora pública Vera Regina Prado Martins, responsável pela ação, explicou que apenas com a realização do exame é possível obter um diagnostico da doença e com isso o tratamento correto e a garantia da vida .

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Como sempre Dra. Vera Regina, desempenhando com sucesso seu trabalho.
Admiro vários profissionais da Defensoria Pública, mas a Dra. Vera e a Dra. Jane Dietrich, são demais... maravilhosas.
Parabéns!!! ao brilhante trabalho que nosssa Defensoria Pública dsenvolve.
 
neyde de oliveira em 01/09/2011 05:26:39
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