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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

10/12/2009 17:22

Mãe tenta há 1 ano saber o que atrofiou perna do filho

Redação

Há mais de um ano, o caso de Audrey Gonzaga Mareco, de 5 anos, tenta descobrir o que fez o filho desenvolver uma deficiência física. Desde 8 de fevereiro de 2008, quando tomou a segunda dose da vacina tríplice - DPT, para imunizar contra difteria, tétano e coqueluche, ele passou a ter dificuldades para caminhar e uma das pernas atrofiada.

A empregada doméstica desempregada, Tereza Gonzaga de Assis, 47 anos, mãe de outros três filhos, contou que a criança nasceu sadia e nunca teve problemas de locomoção. A primeira dose da DPT foi aplicada no dia 18 de abril de 2007 na unidade de saúde do Bairro Lar do Trabalhador, na região do Grande Santo Amaro, na saída para Aquidauana.

Como a primeira não teve problemas, a mãe levou o filho para aplicar o reforço no mesmo posto de saúde, que fica próximo da residência da família, no Jardim Imá.

Após deixar o centro de saúde, o menino passou a mancar, não conseguindo firmar a perna esquerda no chão. De acordo com a mãe, três dias depois, ele não conseguiu mais firmar os dois pés no chão e passou a ter dificuldades de movimentos.

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