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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

01/07/2011 23:00

MPF arquiva processo sobre livro do MEC que defendia "norma popular" da língua portuguesa

Amanda Cieglinski, da Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito civil instaurado contra o Ministério da Educação (MEC) para apurar irregularidades na distribuição para turmas de jovens e adultos do livro didático Por uma vida melhor.

O livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de “jeito errado”, mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas.

De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, “não há elementos plausíveis indicativos de que o livro Por uma vida melhor esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa”.

Cerca de 484 mil exemplares da obra foram distribuídos. Desde o início da polêmica, o MEC se negou a recolher o material sob o argumento de que eles não estavam incorretos, mas apresentam o debate sobre as variações linguísticas.

A Academia Brasileira de Letras (ABL) condenou a posição da autora e criticou o MEC por defender o livro. Por causa da polêmica, o ministro Fernando Haddad foi convocado ao Senado para explicar a questão e foi criticado pela oposição.

No pedido de arquivamento do caso, ele defende que a discussão sobre o livro na mídia transmitiu “a ideia de que o livro pudesse ensinar a língua portuguesa de modo errado aos estudantes, quando, na verdade, o Ministério da Educação propôs à sociedade a introdução e reflexão acerca da linguística”.

O procurador argumentou que “o estudo do comportamento da língua, pelo contrário, reafirma o papel social do Estado em fomentar o respeito à dignidade da pessoa humana e afastar preconceitos, entre os quais o linguístico, que, como comprovado pelas recentes publicações jornalísticas, infelizmente ainda existe no nosso meio”.

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Perdeu-se uma excelente oportunidade de ensinar a esses pseudo-intelectuais que não se deve utilizar o dinheiro público, aquele arrancado da população com o propósito de promover o bem-estar coletivo, para propagar suas ideologias tacanhas, ultrapassadas, canhestras. A autora deveria, sim, ser, no mínimo, indiciada por malversação do dinheiro público.
 
marly siqueira caramalack em 02/07/2011 01:40:15
Imaginem... o país ja vive um caos na educação, e ainda querem enfiar guela abaixo o português errado!!! .. sinal que quanto mais o povo sem educação, sem cultura,... sem estrutura linguistica, fica fácil enfiar guela abaixo as baboseiras apresentadas por eles, assim impressiona o povão com palavas bonitas, impressionantes,... e por trás,... o povo vive o que vivem hoje, Sem educação, sem cultura, sem estrutura, sem casa, sem trabalho ... sem política séria,.... sem vergonha,... sem justiça... enfim... sem nada. Temos que combater esse tipo de tirania. Afinal, o Brasil é uma Democracia, ou facismo?
 
Marcelo Max em 01/07/2011 11:18:35
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