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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

07/03/2013 18:35

Municípios de fronteira terão R$ 45 milhões para a segurança pública

Dinheiro será destinado para reforçar policiamento em 44 cidades nas fronteiras com Bolívia e Paraguai

Nícholas Vasconcelos e Helton Verão
Secretário anunciou também lançamento de concurso para este ano. (Foto: Marcos Ermínio)Secretário anunciou também lançamento de concurso para este ano. (Foto: Marcos Ermínio)

Os municípios de fronteira de Mato Grosso do Sul terão R$ 45 milhões para reforçar a segurança pública. Os recursos foram anunciados hoje durante reunião do Gigfron (Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira), na Governadoria, em Campo Grande.

Segundo a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), o dinheiro será destinado para 44 municípios da faixa de fronteira e começaram a ser distribuídos no fim do ano passado, com previsão de término em 2014.

Em 19 cidades, as polícias receberão rádios criptografados, que não podem ter as frequências que não podem ser interceptadas. De acordo com o diretor-geral da Polícia Civil, Jorge Razanauskas Neto, os equipamentos vão impedir que os criminosos ouçam a comunicação dos policiais.

Esta foi a primeira reunião que os representantes do Gabinete em Corumbá, Ponta Porã, Naviraí e Jardim para discutir as medidas de combate aos crimes na região de fronteira com Paraguai e Bolívia.

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, anunciou que serão abertos vários concursos públicos para aumentar o quadro de policiais.

No próximo domingo, será realizado o concurso para delegado e nos próximos 15 dias será lançada uma nova seleção para investigadores e escrivães.

Para o secretário executivo do Gabinete, coronel Valter Godoy Rojas, a integração é essencial para o resultado positivo das ações de policiamento.

Bolívia – Jacini falou também a demora na entrega dos carros brasileiros que serão repatriados pelas autoridades bolivianas.

Ele explicou que depois da primeira liberação, as autoridades do país vizinho passaram a exigir um dossiê para repassar os carros ao Brasil, com informações de onde vieram os carros.

Com a burocracia, a entrega dos veículos se tornou mais lenta.



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