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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

28/06/2010 09:01

Paralisação fraca completa um mês na Justiça Federal

Redação

A paralisação parcial dos servidores da Justiça Federal, TRE (Tribunal Regional Eleitoral), TRT (Tribunal Regional do Trabalho), completará um mês nesta quarta-feira cada vez mais enfraquecida em Mato Grosso do Sul.

Cerca de 50 funcionários federais estão mobilizados nesta manhã em frente à sede da Justiça Federal. A categoria solicita reajuste em torno de 30%, que apenas corrigiria as perdas com a inflação. De acordo com o Sindijufes (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul) não houve proposta do governo, ainda.

Eles afirmam que este percentual apenas corrige distorções de 2006 até agora, quando ocorreu o último aumento salarial.

No dia 16 de junho, parlamentares da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovaram reajuste de 56% para servidores do Poder Judiciário Federal. A medida não anima a classe no Estado, que está paralisada desde 31 de maio, já que não seria uma medida concreta.

O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e Cidadania. Só irá ao plenário em caso de recurso, por meio de um pedido formal dos deputados.

Segundo líderes sindicais, cerca de 150 dos 1300 servidores dos três órgãos estão parados hoje, dia de manifestação.

Apesar da greve parcial, os serviços estão sendo realizados quase que normalmente nas três instituições. No TRT, por exemplo, a informação da assessoria de imprensa é de que a paralisação não afetou a prestação de atendimento em "quase nada". Na Justiça Federal, a situação é semelhante.

Além do reajuste, eles reivindicam a rejeição do Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados proibindo aumento salarial para os próximos dez anos.

Conforme os sindicalistas, a proposta inviabiliza ainda a reforma de prédios, construção de novas unidades e impede a posse de novos concursados.

De acordo com o coordenador geral do Sindijufes (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul), Ricardo Rocha, caso seja aprovado, o projeto acarretará em um verdadeiro sucateamento do serviço público de um modo geral, pois prevê a extinção de investimentos nesse setor.

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