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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

14/03/2012 09:13

Paralisação nas escolas tem 50% de adesão na Capital e 80% no interior

Paula Vitorino e Fernando da Mata
Nesta escola, as aulas estavam ocorrendo normalmente nesta manhã. (Foto: Marlon Ganassin)Nesta escola, as aulas estavam ocorrendo normalmente nesta manhã. (Foto: Marlon Ganassin)

O primeiro dia de paralisação nacional das escolas tem cerca de 80% de adesão em Mato Grosso do Sul e 50% só em Campo Grande, de acordo com perspectiva da Fetems. O presidente da Federação, Roberto Botareli, explica que a adesão é maior nas escolas do Interior, que em alguns municípios chega a quase 100%.

A reportagem do Campo Grande News apurou que algumas escolas optaram por paralisar apenas no dia principal da mobilização, na quinta-feira (15). Na Escola Estadual Adventor Divino de Almeida, da Vila Alba, e na Escola Municipal Prefeito Inácio de Souza, no bairro Santo Antônio, a quarta-feira é de aula normal.

Os alunos das duas escolas receberam comunicado de que a não haveria aula somente amanhã. A administração dos dois estabelecimentos de ensino também informou que o dia de greve será reposto ainda neste bimestre, provavelmente em um sábado.

Atividades - Hoje, as atividades acontecem separadamente em cada município. A ACP (Sindicato Campo-grandense dos Professores da Educação Pública) realiza assembléia desde às 8h30 para definir a pauta de reivindicações que será entregue ao prefeito Nelson Trad Filho.

A Fetems participa da sessão da Assembléia Legislativa, às 9h, para falar sobre a mobilização. À tarde, às 14h, a Federação tem reunião com a Comissão de Educação da AL.

As principais atividades acontecem amanhã, com concentração para a passeata, às 8h, na Praça do Rádio Clube. Segundo a Fetems, já está confirmada a participação de 55 ônibus com funcionários de escolas do Interior.

Às 15h30 haverá solenidade de reconhecendo do trabalho de 14 prefeitos que cumprem na íntegra o piso nacional. O piso para início de carreira de professores com ensino médio é de R$ 1.451 por 40h semanais.

A mobilização nacional termina na sexta-feira, com debates simultâneos nos municípios sobre as 20 metas do Plano Nacional de Educação.



Não sei quem é o culpado, mas até ontem os alunos da rede Estadual, melhor da Escola Adventor Divino de Almeida não havia entregue os livros. Como pode falar de Educação ou serviço executado numa condição dessa. Por isso que os alunos não aprendem nada. Todo mês tem reunião a não tem aula naquele dia.
 
Luiz Alves Pereira em 14/03/2012 12:17:56
É por isso que nós professores não conseguimos grandes conquistas!!! A CAPITAL não marca força, presença, atitude!!!! Há tempos sofremos com a indisciplina dos estudantes, o ECA, favorece 90% aos menores e enquanto isso o professor tem que calar-se e ministrar aulas para turmas com quase 50 alunos, fazer planejamento quinzenal, bimestral, anual, corrigir trabalhos, nosso salário é uma vergonha...
 
Malva iran em 14/03/2012 10:13:46
Olhe isso que o poder faz com os Prefessores é uma grande falta de respeito, com que cuida da formação de cidadões do noss Estado e Municipio, é dever que a Gestãom pública cumpra a Lei, é uma vergonha Trabalhadores ter que ir as ruas para que se cumpra a Lei.
 
Jorge henrique em 14/03/2012 09:49:44
Isto é uma vergonha para o ms professores tendo que parar aulas para exigir aquilo que é lei,precisamos dar uma resposta a esses governantes neste ano na urna.
 
CARLOS SERGIO CRESPO em 14/03/2012 09:32:49
olha os professores ta certo de faz isso mesmo os coitado trabalha a senana inteira
 
marcelo de almeida umar em 14/03/2012 08:45:11
Eu sou estudante minha mae é educadora e eu sei que a dificuldade dos professores sao enormes, eles trabalham dentro da escola ensinando os alunos e dentro de casa fazendo planejamento de aula, isso é uma vergonha...........
 
Julio César Sandim em 14/03/2012 05:04:50
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