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Campo Grande, Quinta-feira, 22 de Junho de 2017

28/10/2016 12:43

PMA inicia operação para combater pesca predatória e tráfico de papagaios

Anny Malagolini
Papagaio que é o animal mais traficado no Estado (Foto: Divulgação)Papagaio que é o animal mais traficado no Estado (Foto: Divulgação)

A PMA (Polícia Militar Ambiental) começou ontem (27), a “Operação Dia de Finados”, e um dos alvos é o combate a pesca predatória e o tráfico de papagaios. As ações ocorrem em todo o Mato Grosso do Sul e conta com 362 policiais. A operação será encerrada no dia 3 de novembro.

Segundo a Polícia, o mês de outubro é a época do ano que o Estado mais recebe visitantes, especialmente em seus rios. O aumento dos pescadores não se dá somente por ser o último mês de pesca, mas porque os cardumes já começaram a se formar para a piracema e a captura é mais fácil e, por isso, uma das finalidades da operação é prevenir a pesca predatória. Desde o dia 1º de outubro a PMA realiza a operação pré-piracema.

Repressão ao Tráfico de Papagaios - De setembro a dezembro, é o período de reprodução do papagaio que é o animal mais traficado no Estado. Neste período, a PMA realizará trabalhos preventivos nas propriedades rurais, informando sobre a legislação e educação ambiental, tendo em vista que o principal método dos traficantes é o aliciamento de sitiantes e funcionários do campo, para que retirem os animais e os avisem para compra. Ocorre que, muitas pessoas fazem isto, sem saber que estão cometendo crime ambiental.

A região mais problemática inclui os municípios de Jateí, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina e Brasilândia, além de Naviraí e Mundo Novo.

Outros crimes ambientais serão combatidos e prevenidos, tais como: desmatamento e carvoarias irregulares, transporte ilegal de produtos perigosos, além de combate a todos os crimes contra a fauna e flora.

Operação Passada - Durante a operação Dia de Finados de 2015 foram autuadas 24 pessoas por crimes e infrações ambientais, sendo 19 presas por pesca predatória e uma por falta de licença de pesca, o que não é crime. Duas pessoas autuadas por exploração irregular de madeira, uma por degradar matas ciliares ao construir represa ilegalmente e uma por funcionar atividade avícola ilegalmente.

 

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