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Campo Grande, Domingo, 21 de Janeiro de 2018

18/04/2015 11:33

Polícia Militar já matou nove suspeitos em confronto neste ano no Estado

Renan Nucci
Homem foi morto durante assalto a posto de combustíveis na manhã de hoje. Ele tentou atirar contra a PM de dentro do carro, mas houve revide. (Foto: Marcelo Calazans)Homem foi morto durante assalto a posto de combustíveis na manhã de hoje. Ele tentou atirar contra a PM de dentro do carro, mas houve revide. (Foto: Marcelo Calazans)

“O policial é preparado para reagir proporcionalmente diante da ameaça”, afirma o coronel Marcos Paulo, comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, envolvido em dois dos quatro confrontos que resultaram na morte de criminosos neste somente mês, em Campo Grande. Ao todo, o número chega a nove em Mato Grosso do Sul neste ano, com apenas uma ocorrência fora da Capital.

Nas últimas 24 horas, dois assaltantes morrem em tiroteio. Em um dos casos envolvendo o Choque, por volta das 19h de ontem (15), Gabriel Carlos Albuquerque Santana, 20 anos, efetuou dois disparos contra os policiais durante uma abordagem na Vila Nova Capital. Houve revide e ele morreu em seguida, enquanto recebia atendimento médico.

“Ele nem havia sido reconhecido ainda. Os policiais estavam se aproximando de moto para abordá-lo quando ele atirou. Diante da ameaça, a equipe foi obrigada a reagir”, explicou o coronel, afirmando que os militares são treinados para seguir rigorosamente três critérios de ação. “Antes de tomar qualquer atitude, avaliamos a necessidade, a legalidade e a proporcionalidade. Tudo isso em frações de segundo”, explicou ele, certo de que seus homens agiram da maneira correta. “Não tenho dúvidas quanto a isso”.

A vítima fatal, segundo dados da Polícia Civil, possui extensa ficha criminal que parte desde os tempos de adolescente, com crimes e atos infracionais análogos a roubo, furto, tráfico, lesão corporal, porte ilegal de arma, evasão de local de custódio, abandono de incapaz, associação criminosa e latrocínio (roubo seguido de morte). “A polícia nunca vai a uma ocorrência para matar. Em situações críticas, não age, apenas reage ao perigo iminente”, relatou.

No caso do Gabriel, de acordo com o boletim de ocorrência, ele atirou obrigando os policiais a se jogarem da moto para não serem atingidos - tiveram que revidar. “Ele tem passagens desde os 13 anos, por porte ilegal, e cometeu  latrocínio em um bar no Bairro Cidade Morena, junto com comparsas. Pegou uma arma e atirou no peito de uma pessoa e depois na cabeça de outra. A que foi atingida na cabeça não resistiu e morreu”, lembrou o coronel.

Em confronto na manhã de hoje, na Rua Doutor Pacífico Lopes Siqueira, no Jardim América, Rodrigo Castilho Neves, 30 anos, quando foi surpreendido pela PM após roubar um posto de combustíveis, por volta das 05h30. Ele chegou ao local em um veículo Palio de uma empresa, estacionou na lateral do posto e seguiu a pé. Armado com um revólver 38, o rapaz rendeu dois frentistas. Quando se preparava para fugir, foi abordado pela PM e ordenado a parar, porém, tentou atirar e acabou morto.

Outras situações – Além destas ocorrências, ocorreram outras sete no estado desde o início do ano, sendo que duas envolvem policiais civis. O único caso fora da Capital foi no dia 3 de março, quando o policial militar Edevaldo Aleixo Marques Fontes, 38 anos, matou dentro do pronto-socorro de Corumbá, Jonilson Silva da Cruz, 33 anos, que assassinou durante a madrugada de hoje (2), o policial João Márcio Leite da Cruz, 34 anos. Jonilson estava no hospital, porque antes de matar o PM foi baleado por ele após discussão pessoal em uma casa de shows.



Está difícil p/ Polícia trabalhar, pq atualmente os criminosos não querem mais se entregar, estão reagindo mesmo, como forma de escapar da prisão. Por isso barbarizam as vítimas, e tentam matar policiais.

 
Joaquim em 18/04/2015 14:05:40
Pois bem! Observando as ocorrências, verificamos que atualmente os criminosos estão tão ousados que para assaltar/roubar/sequestrar...; persuadem, torturando as vítimas, e quando estão sem saída ao invés de se entregar, ameaçam matar a vítima ou tenta matar o policial; numa tentativa de sair livre da ocorrência, evitando a prisão.
Então podemos concluir que a Polícia está tendo uma atuação correta, respondendo com a força necessária, legal e proporcional a ação delituosa.
Se fosse em um hospital, diríamos que: " Foi feito um procedimento cirúrgico". Portanto, não havia outra alternativa, sob o risco de perder o paciente/ vítima".
"Deus proteja a nossa Polícia"!
 
Joaquim em 18/04/2015 13:55:49
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