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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

02/07/2015 15:11

Prefeito só vai liberar obra se houver mudanças na duplicação da BR-163

Ricardo Campos Jr.
Reunião entre prefeito, vereadores, deputados federais e senadores em Brasília (Foto: divulgação / PMCG)Reunião entre prefeito, vereadores, deputados federais e senadores em Brasília (Foto: divulgação / PMCG)

Preocupada com os problemas que a duplicação da BR-163 pode trazer para a área urbana de Campo Grande, a Prefeitura tenta negociar alterações no projeto e afirma que só vai liberar a GDU (Guia de Diretrizes Urbanísticas) para que a concessionária realize as obras se ela atender aos pedidos do município.

Esse documento fornece as regras quanto ao ordenamento e ocupação do solo, ao sistema viário, à infraestrutura urbana e, em alguns casos, indicará as obras e equipamentos necessários para a adequação de empreendimentos e atividades.

O prefeito Gilmar Olarte (PP) e vereadores da Capital estão em Brasília nesta quinta-feira (2) para debater o assunto com o assessor especial do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, e com deputados federais e senadores da bancada de Mato Grosso do Sul.

Segundo a assessoria do município, um dos pontos críticos é a região de Anhanduí, onde existe um comércio às margens da rodovia. Os trabalhadores poderão ser prejudicados se não houver um sistema de viadutos e passarelas no local.

Também causa preocupação o trecho da rodovia no Macroanel Viário perto da Uniderp Agrárias e no anel norte. A reunião tem por objetivo mostrar as alterações necessárias para que elas sejam colocadas no contrato com a CCR, de forma que ela tenha que cumpri-las.

De acordo com a assessoria de imprensa do vereador Mário César (PMDB), que participou da reunião, Giroto deu garantias que o pedido da comissão será atendido. O assessor do ministério afirmou aos representantes do Executivo e Legislativo que a ANTT é a responsável por autorizar qualquer tipo de intervenção e irá garantir que a duplicação não prejudique a população.

Em Anhanduí, a intenção é fazer um ponto de parada para não prejudicar os comerciantes locais. Giroto prometeu visitar o local com uma equipe do ministério para fazer um levantamento de como preparar as intervenções sem afetar a economia e a mobilidade do distrito.

No próximo dia 8, uma nova reunião será realizada em Brasília, desta vez na ANTT, e terá a presença do presidente da CCR MS Via, Maurício Soares Negrão, para definir as mudanças necessárias.

A pista foi passada à iniciativa privada desde maio do ano passado. Além de implantar serviços de atendimento ao usuário e cobrar pedágio, tem a meta de duplicar os 847 quilômetros da rodovia nos próximos cinco anos.

Obra de duplicação e construção de pista de pedágio na BR-163, em Campo Grande (Foto: Fernando Antunes/Arquivo)Obra de duplicação e construção de pista de pedágio na BR-163, em Campo Grande (Foto: Fernando Antunes/Arquivo)
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Aqueles ambulantes de Anhanduí deveriam ser retirados da beira da rodovia e que construído uma área dentro do distrito para abrigar as barracas, o próprio DNIT proíbe construções na beira das rodovias.
E sem contar que esses ambulantes não pagam nenhum imposto.
 
wild em 02/07/2015 22:08:57
O melhoramento na área urbana cabe à prefeitura e não à concessionaria, se eles fizerem alguma coisa vai ser no favor, o prefeito tem mais é que agradecer.
 
Max em 02/07/2015 16:14:59
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