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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

10/07/2013 18:02

Quinta-feira de protesto na Capital terá reforço de 50 ônibus do interior

Helton Verão

O movimento “Vem pra Rua, Brasil!” que em Campo Grande será nesta quinta-feira (11), com concentração na Praça do Rádio, deve trazer à Capital pelo menos 50 ônibus de centrais de trabalhadores do interior do Estado. A estimativa dos organizadores é de reunir entre 15 e 20 mil pessoas na manifestação.

Do total de ônibus, 30 são só de profissionais da Educação, segundo o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Roberto Botareli.

Em Campo Grande, o movimento é organizado pela Força Sindical, CUT, CGTB, CTB, CSB, UGT e NCST. A Fetems, Fetagri e Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil também estão mobilizando centenas de trabalhadores para participar dessa manifestação pacífica pelas ruas de Campo Grande a partir das 9 da manhã.

Em ordem numérica foram divulgadas as bandeiras. São reivindicados 10% do PIB para a educação pública; 10% do Orçamento da União para a saúde pública; Que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais; Fim do Fator Previdenciário; Demarcação de Terras indígenas; Democratização da comunicação; Redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução salarial; Valorização das aposentadorias; Reforma agrária; Suspensão dos leilões do petróleo; Contra o PL 4330, da terceirização e Reforma política.

Pacífico – O representante da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), em Mato Grosso do Sul, José Lucas da Silva, avisa que a manifestação será pacífica, numa demonstração de força da classe trabalhadora do Estado. “Não admitimos e não toleramos ações de vandalismo em manifestação dessa natureza”, afirmou.

Estevão Rocha dos Santos, diretor da Força Sindical regional MS, e presidente do Seaac/MS (sindicato dos empregados autônomos do comércio e serviços), estende o convite a toda população para participar dessa manifestação pública na quinta-feira, dia 11 de julho, a partir das 9 da manhã na Praça do Rádio. “Vamos, todos, dizer NÃO a promessas, discursos e projetos que adiem as necessidades e evidentes providências”, afirmou.

Percurso – Os manifestantes irão se reunir na Praça do Rádio e depois seguir em uma passeata pela Avenida Afonso Pena, passando pelas ruas 14 de julho, Antônio Maria Coelho, 13 de Maio e Barão do Rio Branco, retornando no final para o local de concentração.

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Porque não exigir a redução do numero de parlamentares no Congresso Nacional? Será que a grande quantidade de dinheiro que eles gastam não faz falta na Educação, na Saúde, etc? Isto sem falar a redução da maioridade penal.
 
Jose Vicente Avalhas Marques em 11/07/2013 07:30:52
É assim mesmo que tem que ser, se o governo tapa os ouvidos, nós gritamos mais alto!!!
 
Bruno Nascimento em 11/07/2013 07:29:46
E os gastos de mordomias nos poderes públicos com nosso dinheiro? Isso tem que cobrar também e acabar.
 
luiz alves em 11/07/2013 07:27:54
Esse movimento não tem nada a ver com as manifestações populares que aconteceram no país,um é independente e espontâneo, esse do dia 11/07 já direcionado e conduzido por sindicatos que não representam o anseio popular de um modo geral mas a algumas categorias e classes trabalhadoras.
 
walter oliveira em 11/07/2013 00:24:49
Esses professores já estão ganhando bem e ainda querem mais, eles tem que brigar pela qualidade da educação também, que esta um lixo, nunca esteve tão ruim, os governantes só pintam as escolas e aumentam os salários dos professores, enquanto os alunos ficam a merce de uma grade curricular eleita umas das piores do mundo.
 
Marcos Wild em 10/07/2013 19:59:53
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