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Cidades

Reinaldo culpa gestão passada por falta de reagente para exame de DNA

Por Leonardo Rocha | 16/06/2015 09:49
Reinado diz que falta de produtos vai ser resolvida, mas que impasse foi culpa da gestão passada (Foto: Marcelo Calazans - Arquivo)
Reinado diz que falta de produtos vai ser resolvida, mas que impasse foi culpa da gestão passada (Foto: Marcelo Calazans - Arquivo)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) culpou a gestão passada pela falta de reagentes utilizados nos exames de DNA, em Mato Grosso do Sul. De acordo com o tucano, a antiga administração anulou os empenhos para o pagamento da empresa que entregava o produto no Estado, o que gerou este transtorno nestes primeiros meses do ano.

“Uma empresa ganhou a licitação para entrega destes produtos, porém no final de 2014, a antiga gestão simplesmente anulou o empenho que estava liquidado, fato este que aconteceu com várias empresas, o que impediu o governo de pagar este débito”, disse Azambuja, durante entrevista para o programa de rádio Tribuna Livre.

Reinaldo explicou que o governo entrou em contato com a empresa para o pagamento deste cinco primeiros meses, mas que esta não aceitou porque queria o ressarcimento dos valores anteriores. “Eles acabaram embargando a entrega (reagentes), pois dissemos que sobre o ano passado iríamos ver depois, porém o Sílvio (Maluf) já está acertando com eles e a entrega deve ocorrer nos próximos dias”, ressaltou o tucano.

A falta de reagentes para exames de DNA gerou problemas na elucidação de casos, em inquéritos sobre estupros e outros crimes, o que resultou inclusive na liberação de suspeitos, porque não havia a prova definitiva de DNA. Muitas vítimas ficaram apreensivas, porque os autores de crimes não permaneceram presos.

Viaturas – Ainda na área de segurança, o governador ressaltou que a licitação para aluguel de viaturas está em andamento e espera que em breve as forças de segurança já possam contar com estes veículos, principalmente aqueles que atuam no trabalho ostensivo, feito 24 horas por dia.

“Estamos com este processo licitatório, que irá servir como modelo de experiência, aos grupos que trabalham 24 horas por dia, que precisam de veículos em boas condições, vamos começar pela Tropa de Choque, se der certo podemos estender”, disse ele.

Reinaldo citou que quando assumiu o governo existiam 600 viaturas “no toco”, em péssimas condições, mas que já foi feito um trabalho de recuperação. “Nós já recuperamos 280 viaturas, já que para estes novos policiais que estão chegando, precisamos dar as condições adequadas de trabalho”.

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