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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

10/06/2009 08:23

Residência de casal morto tem fundo falso no piso

Redação

Na residência do casal encontrado morto na noite dessa terça-feira, no bairro Caiobá II, em Campo Grande, há um fundo falso no piso.

O espaço foi aberto no quarto do casal e para "abrir" o buraco, basta levantar um dos pisos cerâmicos, de cerca de 30 centímetros. A peça que dá acesso ao buraco acompanha o desenho dos demais, o que dificulta a identificação do fundo falso.

O fundo falso estava aberto quando a Polícia chegou. Ao lado, foi encontrado um saco plástico, o que levanta suspeita sobre possibilidade de roubo de alguém que conhecia o local.

De acordo com relato de testemunhas, Francisco das Chagas Santos Araújo, 50 anos, e Silda de Oliveira Araújo, 47 anos, foram abordados por dois homens em uma motocicleta, quando chegavam em casa. Após alguns minutos, por volta de 16 horas, uma vizinha ouviu quatro tiros.

Com medo, ela esperou o marido chegar, cerca de duas horas depois, e ambos foram até a residência. O marido dela é pedreiro e como trabalhava na reforma da casa das vítimas, tinha a chave e então a abriu, contou.

Segundo boletim de ocorrência, ao entrar na residência o pedreiro viu o corpo de Francisco e então acionou a Polícia, através do 190.

O corpo de Francisco estava no corredor, entre a sala e o banheiro. Na cabeça havia um tiro. Pelo corpo, diversas facadas. O cadáver de Silda foi encontrado em um dos quartos com diversas facadas. Ambos estavam amordaçados com fitas adesivas.

A residência das vítimas foi deixada completamente bagunçada. Contudo, a Polícia não soube dizer se algo foi levado.

Na casa, de acordo com os policiais militares, havia pegadas de sangue por todos os cômodos, o que leva a crer que a pessoa ou as pessoas que mataram os dois pisaram no sangue e marcaram o chão da casa.

Segundo uma moradora do bairro, de 26 anos, o casal morava no local há cerca de seis meses e não era muito conhecido na região.

A casa estava em reforma e ainda não foi rebocada. Antes da reforma, a residência era bem velha e, conforme os moradores, no local funcionava uma oficina. Há terrenos baldios ao lado e em frente uma quadra de esportes.

A moradora relata ainda que o bairro era um local tranqüilo até a instalação de um ponto de comercialização de drogas, que segundo ela, fica no local conhecido como "matinha". "Nem a Polícia chega lá", diz.

Segundo ela, após a instalação da boca de fumo, assassinatos e roubos começaram a acontecer na região. "Fico assustada com isso. Tenho quatro filhos, o mais velho de 12 anos, e isso assusta".

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