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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

04/02/2010 11:53

Revitalização deve começar em maio na rua 14 de Julho

Redação

O plano de revitalização do Centro de Campo Grande terá início pela rua 14 de Julho, a mais importante para o comércio da Capital. A previsão é que as obras começem a partir de maio. O projeto prioriza o pedestre, a despoluição visual, instalação de fiação subterrânea e valorização de imóveis que contam a história da cidade.

De acordo com a presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), Marta Martinez, o projeto prevê que das 5 faixas da rua 14 de Julho (duas de estacionamento e três de rolamento), somente duas sejam mantidas para a circulação de veículos. "As calçadas serão mais amplas. Hoje são seis metros de calçadas, três de cada lado. Com a mudança, serão sete metros de calçada de cada lado. A prioridade é o pedestre", reforça Marta Martinez, que apresentou o projeto de revitalização hoje na CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas).

A 14 de Julho terá calçadas na altura da via, proporcionando o fechamento da via para shows ou em datas especiais para o comércio. O plano deve trazer de volta à rua o famoso relógio, que será instalado no cruzamento com a avenida Afonso Pena.

"Vamos receber sugestões para melhorar a proposta". Em março, será realizada uma audiência pública e, em abril, o projeto segue para votação na Câmara Municipal. "Depois de aprovado, começa a licitação para as obras na 14 de Julho".

Para a primeira fase, a prefeitura dispõe de R$ 7 milhões. Os demais recursos devem vir do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que disponibilizou linha de crédito de 50 milhões de dólares, ou do PAC das Cidades Históricas.

Ao todo, o plano de revitalização inclui uma área de 250 hectares, que se estende dos altos do bairro São Francisco até à avenida Fernando Côrrea da Costa. O projeto deve ser concluído em 20 anos.

De acordo com Marta Martinez, a proposta inclui revitalização econômica, preservação do patrimônio histórico, valorização do espaço público e criação de circuitos culturais.

"O Centro tem vida no período diurno. Mas vira uma cidade morta no período noturno e o espaço vazio é ocupado com degradação, como prostituição e assalto", salienta a diretora do Planurb. A intenção é que a região central tenha restaurantes, shows e eventos.

Já o Mercadão Municipal deve ganhar praça de alimentação e estacionamento no subsolo. A Praça dos Imigrantes, ponto de comercialização de artesanato, será reformada para que os produtos ganhem visibilidade.

Localizada em frente à igreja Santo Antônio, a Praça Vespasiano Martins terá um monumento com os sinos antigo do templo. Em âmbito cultural, outra proposta é criar uma rua exclusiva para pedestres ligando o Centro Cultural José Octávio Guizzo ao Memorial da Cultura.

No entorno da Praça Ary Coelho, que terá ações para melhorias na segurança e iluminação, serão construídas estações de embarque, para agilizar o transporte coletivo.

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