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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/03/2011 10:39

Sem policiais em hospitais, ocorrências ficam no “anonimato”

Nadyenka Castro

Polícia muitas vezes não sabe dos crimes

Não há policiais civis em nenhum hospital de Campo Grande. Com isso, muitas ocorrências não são investigadas e outras deixam de solucionadas de forma mais rápida.

Isso porque a falta de um policial diariamente nos nosocômios faz com que muitas situações passem despercebidas e até impede que uma família interessada na solução do caso leve a situação ao conhecimento da segurança pública.

É o caso de Robson Jorge da Silva, 22 anos, ferido por um tiro por volta das 19h30min de quinta-feira, no bairro Taquarussu. Até às 12 horas desta sexta-feira a família não havia conseguido dar queixa à Polícia sobre o crime.

“Não deu tempo de ir lá [na delegacia]. Se tivesse um posto da polícia aqui, com certeza iria registrar sim”, afirma a mãe de Robson, Luciene Ferreira Jorge, 37 anos.

Ela conta que sabe quem atirou no filho dela e que logo depois do crime, a PM (Polícia Militar) esteve no local mas não encontrou o autor.

Mesmo a PM tendo ido ao local, o caso só começa a ser investigado quando há o registro oficial. Se houvesse um policial nos hospitais, situações como a de Robson poderiam começar a ser “desvendadas” de forma mais rápida pois as informações seriam repassadas oficialmente à Polícia.

Há casos ainda que criminosos procuram atendimento médico e são liberados sem que a Polícia saiba. Eles utilizam nomes falsos e mentem também sobre os ferimentos.

A presença de um policial poderia evitar que isso acontecesse resultando até em prisão, se fosse o caso. Em situações suspeitas eles resolveriam.

“Policiais nos hospitais facilitaria com certeza o trabalho de investigação”, afirmou um policial civil que preferiu não se identificar.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil, explica que este trabalho já foi feito em anos anteriores na Santa Casa e no Hospital Regional. No entanto, os policiais foram retirados dos hospitais por falta de pessoal e para reforçar o efetivo nas delegacias.

Conforme a assessoria, o retorno do serviço já foi discutido algumas vezes, no entanto, não há previsão de quando será possível colocar policiais em hospitais.

Escolta- Há casos de presos que precisam de atendimento médico e também de feridos ao praticarem crimes. Nestes casos, em que a Polícia sabe que o bandido necessita do atendimento médico, este é feito com escolta. Policiais militares ficam nos hospitais somente para isso.

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É comum ver vitima de arma de fogo, a outros tipos de ferimento que todo profissional de saude sabe que foi decorrente de agressão nos hospitais, porem nao tem policiaias para levantar uma investigação rapida, a policia alega falta de contingente, mas é comum voçe ver 3 4 5 e ate 6 policiais sentados dormindo fazendo escolta de um inapatente internado, principalmente no HU e Santa Casa, se fizesse um levantamento do numero de PM que fica fazendo escolta, com certeza se levantaia que é um absusrdo, outro dia vi 5 PM escoltando uma mulher doente que havia se envolvido em uma briga familiar, 5 PM no HU pensa depois nao tem contingente para levantar os crimes que da entrada nos hospitais, que com certeza muitos bandidos vão para os hospitais na certeza que lá estarão seguros e sem medo de policia pois NAO TEM
 
JAFAR FARES em 20/03/2011 06:39:59
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