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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

14/12/2011 11:59

Servidora da Iagro nega ter culpa em rompimento de cabo de fibra ótica

Edmir Conceição e Wendell Reis

Acusada de envolvimento no caso do rompimento de cabo de fibra ótica em escritório da Iagro (Agência de Vigilância Sanitária Animal), que prejudicou a emissão de GTA (Guia de Transporte de Animais), a presidente do Sifems (Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuários do Estado de Mato Grosso do Sul), Glaucy da Conceição Ortiz, negou nesta quarta-feira qualquer participação no episódio.

Em entrevista no final da tarde de ontem na Governadoria, o diretor-geral da Polícia Civil, Jorge Razanauskas, citou, além dela, Luciano Chiochetta, secretário-geral do sindicato, como suspeitos no inquérito, que deve ser concluído até sexta-feira.

Glaucy, que foi ouvida ontem pela Polícia, garante que o rompimento do cabo no escritório não traria qualquer benefício ao movimento.

“Jamais praticaríamos um ato de vandalismo até porque somos servidores públicos e temos zelo pelo patrimônio público”, explica, afirmando que Luciano deve prestar depoimento nesta quarta. “Não somos criminosos”, completou.

A presidente do sindicato também afirma que, com a reunião de servidores da Iagro ontem com o governador André Puccinelli, a operação padrão foi encerrada, na prática, e será finalizada de forma oficial após assembleia ser realizada, provavelmente, no domingo.

Sobre o inquérito aberto pela Polícia, Ortiz diz ser favorável à investigação no caso. “Nosso movimento foi legal numa atitude que mostrou que nunca deixamos de fazer nosso serviço”, destaca.

Em relação à negociação do PCC (Plano de Cargos e Carreiras) do órgão, que será votado na Assembleia Legislativa em fevereiro, Glaucy considera positiva a abertura de diálogo com o governo, sobretudo, em corrigir discrepâncias salariais.

Ontem, o governador André Puccinelli (PMDB) declarou que um servidor da agência recebe pouco mais de R$ 42 mil, enquanto médicos veterinários têm rendimento de R$ 2,4 mil.

Por fim, ela diz acreditar que não há perseguição do governo do Estado na abertura dos procedimentos. “Tanto eu quanto o Luciano, como servidores públicos, estamos à disposição para apresentar informações sempre que fomos solicitados”.



R$ 42 mil?
 
Saulo Sandim em 14/12/2011 12:30:05
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