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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

06/07/2009 17:19

Situação no CTI da Santa Casa melhora mas ainda é grave

Redação

Para a procuradora do Ministério Público Estadual, Sara Francisco da Silva, a situação do CTI (Centro de Terapia Intensiva) da Santa Casa ainda é grave, mas hoje está melhor do que na quinta e sexta-feira passada. O motivo foi a instalação de quatro leitos de UTIs (Unidade de Terapia Intensiva) intermediários.

Na tarde de hoje, a procuradora visitou hospitais de Campo Grande para averiguar a real situação. Na semana passada, ela disse que iria analisar a possibilidade de entrar com uma ação civil pública para garantir atendimento aos pacientes, pois o secretário de municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que não iria mais contratar CTIs de hospitais particulares em caso de emergência.

O secretário disse hoje, que estas contratações não são tão frequentes, nem significativas. E que, em alguns casos os pacientes ficam apenas algumas horas.

Mandetta justificou a decisão dizendo que os recursos pagos aos hospitais particulares não são reembolsados pelo Ministério da Saúde ao município. E acrescenta que o dinheiro vai ser utilizado para reforma de ampliação de leitos de CTIs.

Sara Francisco também esteve na obra de reforma para os novos leitos, que acontecem no 5º andar da Santa Casa. Lá ela encontrou oito trabalhadores executando a obra, a promotora achou que o número pouco para uma obra emergencial. Contudo destacou que é leiga em engenharia. Mandetta acredita que até 20 leitos estarão disponíveis entre 60 e 90 dias.

Questionado sobre os motivos pelo qual o sistema de saúde em Campo Grande, há mais de cinco anos, não melhora, o secretário discorda. Segundo ele, houve melhorias sim, e destacou o fim das paralisações dos grandes hospitais da capital, aumento das UTIs neonatais e a quitação de débitos da Santa Casa.

"Neste dias, estamos vivendo outro tipo de demanda que há cinco anos não existia, precisamos de mais leitos de CTIs adulto", disse. Ele avalia que o grande volume de motoqueiros, que só cresceu nos últimos anos, acaba refletindo nos hospitais.

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