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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

03/03/2011 14:58

STF julga no dia 17 ADI dos governadores

Paulo Fernandes

Ação Direta de Inconstitucionalidade questiona a carga horária.

Está marcado para o dia 17 de março, às 13h (MS), o julgamento da ADI 4167 (Ação Direta de Inconstitucionalidade) ajuizada pelos governadores do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Ceará contra a chamada Lei do Piso, que estabeleceu que nenhum professor pode receber menos de R$ 950 por uma carga de 40 horas semanais.

No início deste ano, o Rio Grande do Sul perdeu o interesse em mover a ação, mas o ministro Joaquim Barbosa negou o pedido de desistência.

Para os governadores, a lei causa despesas exageradas e força novas contratações.

No caso de Mato Grosso do Sul, o questionamento é com relação à carga horária. O governo é contra a dedicação de 1/3 das 40 horas para planejamento, fora de aula.



Nossa! Inicio de uma vitória? Sabemos que o grande principio de todos está na educação e consequentemente na dedicação de professores comprometidos, muito se fez pela educação em Mato Grosso do Sul especialmente em Campo Grande. Sou educador e sincaremente tenho fé e esperança que tudo vai dar certo e todos os professores terão sua remuneração garantida no patamar que merecem.
 
Marcelo Rodrigues Marin em 03/03/2011 09:23:22
os Senhores Governadores deveriam se ater a gastar menos e melhor o dinheiro público, inclusive abaixando os salários de si proprio e dos deputados por ex, assim sobraria uma fatia pequena mas importante para os professores que são os construtores e formadores de opiniões do mundo todo, porque o nosso governador não paga os precatórios por exemplo em vez de desviar verbas para outros setores e atender aos cabeças coroadas e seus amigos como é público e notório?
acorda Brasil
 
Joao Paulo Feitosa em 03/03/2011 08:38:55
Passado o tempo (des)necessário para o julgamente de tão importante causa, paira sobre a sociedade indagações as mais diversas, dentre as quais, se há a necessidade ou não de dedicação maior à preparação de aulas e planejamento...

Mediante tantos atropelos por que vem passando o professorado, ao longo dos anos, torna-se fundamental expor alguns pontos:

1º O "fundo do poço" já foi alcançado pelo Professor ou ainda existe mais abismo a ser alcançado?

2º A valorização far-se-á através de políticas públicas fundamentadas na estruturação da família, da escola e dos meios de trabalho, ou será uma inerte e ineficaz tentativa de "remendar o podre e desgastado" com um pequeno pano novo..

3º Ou trata-se o professor com digndade, dando a ele o respeito, as condições (inclusive contra agressões...) necessárias para trabalhar e educar para a cidadania, ou viveremos uma bolha sem resultados e que, mascarará futuros médicos, engenheiros, advogados, etc... pautados pelo pouco saber, que por sua vez se traduz no caos maior na falta de identidade patriótica, honestidade, e demais princípios norteadores de um verdadeiro cidadão.


Prof Msc da rede pública estadual
 
Regerson Franklin dos Santos em 03/03/2011 08:20:29
Será que isto é o início -meio- fim de um desfecho à valorização do professor? Afinal seja quem for : político, presidente, doméstica ... enfim todos nós tivemos e temos um professor como alicerce das nossas realizações após a família. Os professores merecem mesmo essa vitória.
 
Clarinda Maria Pivetta em 03/03/2011 05:50:59
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