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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

06/03/2013 10:28

Três oficiais vão decidir se coronel preso com crack ficará na PM

Nadyenka Castro

Três oficiais da PM (Polícia Militar) vão decidir se o coronel da reserva Amauri Alcântara, de 55 anos, preso com crack em 5 de dezembro do ano passado, será expulso ou vai permanecer na corporação.

Em publicação no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, o governador André Puccinelli (PMDB) nomeia os coronéis Júlio Cienkonog Martins, Ademar Brites Cardoso e Oscar Rodrigues, para comporem o Conselho de Justificação e avaliarem a conduta do colega.

De acordo com a PM, o Conselho de Justificação é a fase final do processo administrativo que tramita desde que Amauri Alcântara foi flagrado com o entorpecente.

Cabe aos oficiais nomeados analisar as informações que constam no processo administrativo e decidir se ele pode permanecer na corporação ou deve ser expulso.

Amauri Alcântara foi flagrado com 53 quilos de crack. A droga estava no carro dirigido por ele, ocupado também pela esposa e pela filha do casal, na época com quatro meses.

A prisão foi feita pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), na BR-153, em São José do Rio Preto, São Paulo. De acordo com a PRF, policiais abordaram o veículo e perceberam que o motorista estava nervoso.

Diante da suspeita, os policiais fizeram uma busca detalhada no automóvel e encontraram o entorpecente. Treze tabletes estavam escondidos no tanque de combustível e outros 40 em um fundo falso, atrás do banco traseiro.

Conforme a PRF, o coronel declarou que a droga saiu do Paraguai e que ele receberia R$ 10 mil para fazer o transporte de Ponta Porã, na fronteira, a Belo Horizonte, Minas Gerais.
Ainda segundo a PRF, a quantidade de crack apreendida com o militar reformado é suficiente para fazer 50 mil pedras.



Deve ser expulso simmmmmm. Não precisa de 3 oficiais para analisar, é crime se por um acaso ele fosse obrigado, coagido por traficantes para fazer isso, que sua família estava correndo risco de vida, uma que ele deveria informar ou denunciar ao seu superior, então configura que agiu de espontânea vontade, pela ganância. Não justifica o que ele fez deve ser expulso e preso. porq se fosse um cidadão comum, analfabeto que faria isso por pouco menos de um mil reais estaria preso, deve se dar exemplo. Ou ele tem outra justificativa??
 
Dalva Santos em 06/03/2013 19:34:07
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