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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

14/09/2010 17:25

UFMS diz que assumir controle de restaurante é inviável

Redação

Após protesto realizado por acadêmicos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em Campo Grande nesta manhã como reivindicação por comida a preço popular no RU (Restaurante Universitário), a universidade se manifestou alegando que é inviável retomar a administração do restaurante com recursos do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), como querem os estudantes.

Isso porque a verba de R$ 1,6 milhão anual repassada à universidade tem de atender, além da Capital, aos nove campus espalhados pelo interior do Estado.

Desta forma, se for implementado um restaurante universitário em Campo Grande o mesmo procedimento terá de ser feito nos outros locais.

Como o recurso é anual, há cerca de R$ 133.000 mensais que divididos em dez campus resultam em R$ 13 mil para cada restaurante, considerados insuficientes para implantação e posterior manutenção da estrutura, principalmente considerando que os acadêmicos querem almoço a R$ 1,00, conforme a versão da universidade.

De acordo com a assessoria de imprensa da UFMS, os recursos do PNAE podem ser aplicados de duas formas, na manutenção dos restaurantes ou na concessão de tickets aos estudantes, que não podem ser conciliadas.

A UFMS explica que o recurso é repassado desde 2008, quando foi feita reunião com os alunos para decidir a melhor aplicação da verba. A universidade garante que o repasse dos tickets no valor mensal de R$ 182,60 foi aprovado pelo DCE e por um representante dos alunos de cada campus.

Atualmente o repasse a caráter de alimentação é feito a 1.126 acadêmicos, sendo apenas 160 da Capital, em parte custeados pela universidade.

Outro entrave citado pela UFMS é o fato de que o MEC extinguiu os cargos de cozinheiro e copeiro em instituições federais e seria inviável manter um restaurante sem esses profissionais.

A universidade afirma que em 2006 uma empresa responsável pelas refeições teve incluído no contrato uma cláusula onde deveria oferecer cem refeições a R$ 1,00 para alunos incluídos no bolsa alimentação.

Contudo, a empresa não conseguia fornecer nem vinte refeições porque os alunos não procuravam pela comida. A baixa adesão ainda é verificada no restaurante e, conforme a assessoria, a atual empresa também pretende romper o contrato.

A universidade informou ainda que está aberta à negociação com os alunos, mas as propostas apresentadas por eles deverão contemplar todos os campus espalhados pelo interior.

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