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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

14/10/2013 08:38

União aprova ferrovia que atenderá 7 cidades e deve custar R$ 4,2 bilhões

Aline dos Santos
Ferrovia será repassada à iniciativa privada. (Foto: João Garrigó)Ferrovia será repassada à iniciativa privada. (Foto: João Garrigó)

O Conselho Nacional de Desestatização publicou resolução, nesta segunda-feira, com regras para o repasse de ferrovia em Mato Grosso do Sul à iniciativa privada. A concessão será por 35 anos, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período. O investimento será de aproximadamente R$ 4,2 bilhões e contemplará sete municípios.

O Estado foi contemplado no trecho ferroviário Ouro Verde (Goiás) – Estrela D’Oeste (São Paulo) – Dourados. Ao todo, são 1.340 quilômetros. O outro trecho incluso na portaria de desestatização foi Lucas do Rio Verde (Mato Grosso) – Campinorte (Goiás) – Palma (Tocantins) – Anápolis (Goiás), que totaliza 1.920 quilômetros.

Segundo a resolução, divulgada no Diário Oficial da União, as licitações das ferrovias serão realizadas na modalidade da concorrência pública, em sessão pública na Bolsa de Valores de São Paulo.

O primeiro colocado será quem apresentar menor valor de proposta econômica, composta pela TBDCO (Tarifa Básica de Disponibilidade da Capacidade Operacional) e da TBF (Tarifa Básica de Fruição).

Em Mato Grosso do Sul, a ferrovia entrará pelo município de Brasilândia, seguindo por Santa Rita do Pardo, Bataguassu, Nova Andradina, Deodápolis, Angélica e Dourados.

O investimento estimado está na casa dos R$ 4,2 bilhões e tem um prazo de cinco anos para ser concluído. A intenção do projeto é facilitar o escoamento da produção de grãos no Estado.

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E QUANDO VAI CHEGAR EM PONTA PORÃ.
 
JOSE MENDONÇA em 14/10/2013 11:42:53
JÁ FOI PROVADO QUE É O MELHOR TRANSPORTE O QUE NÃO FOI FALADO É QUE A INDUSTRIA DOS VEÍCULOS NÃO QUEREM POIS PARA A PRODUÇÃO.VOLTEM O TREM PARA O PANTANAL DE PASSAGEIROS POIS A CARGA DE MINÉRIOS QUE TRANSPORTAM MOSTRA QUE CABE O NOSSO VELHO TREM DE PASSAGEIROS SÓ FAZER AS MELHORIAS DAS ESTAÇÕES OU CONTINUAMOS A PAGAR UM PREÇO ALTO NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO E MORTES NAS RODOVIAS E POSTOS DE COMBUSTÍVEIS QUE NÃO TEM AO LONGO DO TRECHO DE MIRANDA ATÉ A PONTE DO MORRINHO.SEM CONFORTO DE PODER CAMINHAR COM SEGURANÇA COMO NO TREM. TEMPOS BONS TEM QUE VOLTAR
 
luiz carlos em 14/10/2013 10:56:13
Agora é esperar um projeto de engenharia decente. O trem TEM que andar a pelo menos 80 km/h o trecho inteiro, se não, nunca vai receber cargas; as empresas só vão preferir transporte por ferrovia se este é uma alternativa para transporte por rodovia. Isso quer dizer: trilhas bem feitas, cruzamentos com sinalização (sinal automático que avisa motoristas que tem um trem chegando, ou melhor: cancelas automáticas) e cerca (se necessário: eletrica) em áreas habitadas para manter pessoas longe dos trilhos, assim como nos EUA ou Europa. La, quase metade do transporte usa o trem, tendo como resultado uma grande economia (gastos muitos menores com combustível, por tonelada de carga) e aumento da exportação, já que assim os produtos saiam do pais com menor custo.
 
Marcos da Silva em 14/10/2013 10:26:30
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