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10/11/2018 09:21

Mitos mais difundidos sobre o cérebro

Mário Sérgio Lorenzetto
Mitos mais difundidos sobre o cérebro
Mitos mais difundidos sobre o cérebro
Mitos mais difundidos sobre o cérebro

Os gêmeos podem sentir o que acontece com o outro.

A telepatia, uma habilidade que comumente é atribuída aos irmãos gêmeos por considerarem que têm uma grande conexão por terem compartilhado nove meses no mesmo útero, significa comunicar-se sem falar, sem sinais, nem gestos como o faz professor Charles Xavier em X-Men.
Todavia, essa capacidade não vai além dos quadrinhos e filmes de ficção envolvendo mutantes e super-heróis. Até o atual momento, e mediante o uso de técnicas modernas como as de registro de atividade cerebral com imagens obtidas por ressonância magnética, parece demonstrar, quase definitivamente, que a telepatia não existe.

Mitos mais difundidos sobre o cérebro
Mitos mais difundidos sobre o cérebro

Algumas pessoas são capazes de ver o futuro, ler as mentes e mover objetos.

Um estudo realizado em 2005 nos Estados Unidos mostrou que 41% dos adultos acreditam na percepção extra-sensorial. Quer dizer, mais de um terço da população acredita que o cérebro humano é capaz de ler a mente de outras pessoas (telepatia), ver aquilo que está oculto (clarividência), adivinhar eventos que ainda não ocorreram (pré-cognição) e mover objetos sem tocá-los (telequinesia). E essa, não é a única pesquisa sobre o assunto.
A Universidade de Oxford também realizou uma pesquisa ainda mais extensa que a dos norte americanos. E foi conclusiva: "Tais capacidades não existem. São simplesmente um mito, uma falsa verdade". Eles lançaram um livro - "Mitos e verdades do cérebro" - sobre essa pauta onde afirmam que: "Não existe nenhum estudo bem documentado e fundamentado em investigações sólidas, utilizando o método científico, que avalie estes poderes mentais no ser humano".

Mitos mais difundidos sobre o cérebro
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Nossos corpos podem levitar.

"A levitação, levantar o corpo do solo, sem a ajuda de nenhum aparato ou truque, é um mito", afirma o livro da Universidade de Oxford. Citam exemplos de pessoas que, por distintas experiências como enfermidades ou fortes emoções, ou sob a influência de drogas, sentiram que flutuassem ou saíssem do próprio corpo. Todavia, insistem no mesmo veredicto que o dado para a telepatia: "Não existem evidências científicas".
Essas sensações parecem ser produzidas pela estimulação elétrica de certas partes do cérebro, como na área de conjunção do lóbulo parietal - em sua parte mais inferior - com a parte mais posterior do giro temporal superior. Assim foram comprovados em experiências realizadas com pessoas normais e despertas, que depois de receber estímulos no córtex cerebral asseguraram que seus corpos saíram de si mesmos.



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