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11/02/2018 08:40

Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre

Mário Sérgio Lorenzetto
Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre

Ter uma tela exposta no mais famoso museu do mundo é uma honraria que poucos artistas plásticos do mundo conhecem. Neusa Fraga conseguiu superar todos os obstáculos e mostrar sua belíssima arte sem contar com quaisquer auxílios. Seu trabalho de qualidade impecável a levou para a terra onde os artistas plásticos costumam ganhar referência mundial. E de Paris saiu com uma medalha. O reconhecimento de excelência.
E não parou por ai. Acaba de ser convidada para expor em Dubai, a nova "meca" de artistas de renome no Oriente Médio, onde estará de 26 a 29 de março de 2018. Um lugar onde milhões são gastos como se fossem moedinhas de centavos.
A origem do trabalho de Neusa se deu com o casamento entre arte e pedagogia infantil. Inicialmente, seus trabalhos estavam a serviço da alfabetização. Há dez anos resolveu dedicar-se exclusivamente à pintura. Suas telas são suas maiores divulgadoras. Vejam a beleza e complexidade de algumas.

Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre
Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre
Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre
Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre

Infertilidade: a arte de não desesperar quando não está esperando.

Por um lado, a sociedade te diz: "nunca te rendas, persiga teu sonho", por outro, diz: "seja feliz com o que têm na vida". As pessoas que tentam ter um filho e não conseguem descobrem o quanto é difícil compatibilizar essas mensagens. Quando render-se e quanto esforço é suficiente para conseguir o que para algumas pessoas chega a ser o único objetivo na vida? Estas são algumas questões cruciais para mulheres que não conseguem engravidar.
Um dos maiores mitos sobre esse assunto é que mulheres sem filhos são apenas as urbanas, de classe alta, profissionais, que deixaram para demasiado tarde a gravidez. Nos países ricos, somente 20% das mulheres têm acesso a médicos e tratamentos (caríssimos) para a fertilização. Isso em países ricos, é importante ressaltar. Há uma imensa multidão de mulheres rurais, pobres, sem profissão definida, jovens que não têm a sorte da gravidez rápida e fácil. Também há pautas espinhosas que nunca são tratadas. Os intensos sentimentos de inveja que sentem daquelas que estão grávidas com facilidade, a "dor não reconhecida" o mal que atinge e é um flagelo, para quem não engravida. Recentemente, a saída para inúmeras mulheres nessa condição têm sido alguns foros online, grupos de casais que se ajudam para superar essa "dor não reconhecida".

Neusa Fraga, a artista que saiu de MS para o Louvre

Segundo a ciência há muito pouco acaso, a sorte é rara.

Não adianta bater na madeira ou cruzar os dedos. A ciência diz que descobriu como ter sorte. Pelo menos essa é a conclusão da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra. A pesquisa começou com duas simples perguntas: "como é possível que existam pessoas que estejam no lugar correto e no melhor momento para que lhes ocorram coisas positivas?" e, ao mesmo tempo, "existam outras que arrastam a má sorte nas costas?". Respondidas, realizaram vários experimentos. Pediram a um grupo de voluntários que classificassem o seu nível de sorte. Em seguida, mandaram contar o número de imagens que viam em um jornal. Na metade do jornal, e sem que os participantes soubessem a priori, deixaram uma mensagem fácil de ler que dizia: "Diga aos cientistas que viram isto e ganhe 250 libras (algo como R$300)". As pessoas que consideravam que tinham sorte, paravam de contar as imagens e liam em voz alta a mensagem do periódico para cobrar o dinheiro. Bem fácil. Todavia, aquelas que previamente se consideravam pouco afortunadas, ficavam tensas e inclusive nada diziam. O resultado inspirou a ideia central da pesquisa: a sorte é uma questão de atitude. Difícil de crer, mas é o resultado de uma mostra científica. A maioria das pessoas simplesmente não está aberta para o que as rodeia. Não enxerga as possibilidades por não acreditar que é possível algumas vitórias e conquistas. E tem mais, os pesquisadores dizem que apenas 10% de nossa existência é aleatória. O acaso não é responsável por tudo. Em 90% dos casos são definidos como enfrentamos o que não ocorre. Portanto, são boas notícias. Se queremos ter mais sorte, temos de começar conosco, pensar de um modo diferente e mais aberto para o que nos rodeia e não desperdiçar as oportunidades. Temos de estar abertos a novas experiências. Acreditar que tudo que pode ocorrer é positivo. E converter as más experiências em positivas.



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