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Em Pauta

Nº56 no ranking mundial, Brasil tem baixa competitividade

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 22/06/2024 07:30
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É o dado fundamental para os investidores. A cada ano, aguardam os resultados do "Ranking de Competitividade Mundial" elaborado pelo Institute of Management Developement da Suíça. Um estudo que mede o rendimento dos países com base em seu desempenho econômico e sua eficiência governamental, empresarial e a nível de estrutura. Na edição que acaba de ser publicada, a América Latina inteira continua bastante distante dos primeiros lugares. Uma região que vem captando pouco dinheiro dos bilionários do mundo.


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Singapura retorna ao primeiro lugar.

Foram estudados 164 dados estatísticos e também foram feitas 6.612 entrevistas com diretores das maiores empresas do mundo. Singapura retomou o primeiro lugar que tinha conquistado em 2020. É seguida pela Suíça e Dinamarca, que tinham conseguido a máxima pontuação em 2023. Irlanda e Hong Kong vem logo a seguir.


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Chile se sustenta na mesma posição. Brasil não para de cair.

A América Latina só aparece no quarto pelotão. O Chile se sustenta na posição 44 pelo segundo ano consecutivo. Todavia, seu desempenho econômico está caindo, saiu do posto 52 para o 55. O grande problema do Chile é seu sistema político. Um caos. Abaixo do Chile, aparecem México e Colômbia. Bem mais abaixo, no posto 63 (sexto pelotão), está o Brasil. Nosso país apresenta uma tendência de baixa nos últimos anos. Desde 2020, quando ocupou o posto 56, não houve um ano em que não tenha registrado descenso.


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Melhorar o acesso à educação básica de qualidade.

Ao contrário do Chile, o índice de desempenho econômico brasileiro é favorável. No mesmo lapso de tempo, passou da posição 56 para a 38. É um salto elástico, difícil de conseguir. Mostra que a trajetória da macroeconomia do governo Bolsonaro e de Lula deu bons resultados. É fundamental, segundo o documento, que o governo brasileiro coloque ênfase em melhorar a educação fundamental. Tem péssima qualidade e é motivo de reclamação da imensa maioria dos diretores das grandes empresas. As duas outras avaliações desse documento, que nos joga para baixo, são a infraestrutura e a logística. Tanto falam nos ministros de Fazenda, esquecem de mostrar a gigantesca deficiência educacional, de escoamento da produção e da quase ausência de sistemas eficientes de logística. Político brasileiro só pratica a conversa fiada, não sabe quais são os nossos reais problemas.
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