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    com Manoel Afonso


22/02/2013 09:49

Falando sério

Manoel Afonso

Como evitar a inviabilidade econômica/ social de 12 municípios do Cone Sul diante das demarcações indígenas? Nada contra amparar os indígenas, mas sim questionar essa penalização injusta do legitimo proprietário da terra.

A CONSTITUIÇÃO falhou ao adotar o critério de indenização tendo como base só o valor da terra nua, sem benfeitorias. As pressões das ONGs venceram o doutor Ulysses e os resultados lembram bombas programadas explodindo por aí.

O DESAFIO Moka, Delcídio, Figueiró e demais parlamentares sabem que aprovar um Projeto de Emenda a Constituição é difícil diante da multiplicidade de interesses que gravitam no Congresso. Sem a chancela expressa do Planalto, impossível!

DETALHE Só na demarcatória da “Bacia Iguatemipeguá’ 201 mil hectares de terras produtivas – de 12 cidades – passarão para os índios. Mas estão previstas ainda mais 5 demarcações que já provocam inquietações e desespero na região.

EXEMPLOS Tacuru perderá 28,9% de sua área, Coronel Sapucaia chegará a 53,1%, Paranhos 28,9% e Amambai 5% só nesta primeira demarcatória. Se o campo produz menos, a arrecadação cai e a população urbana se inviabiliza.

JUÍZO É o que se pede as partes envolvidas. Resolver a situação do índio e jogar na estrada o sitiante empobrecido e sem forças para recomeçar é justo? Sérios candidatos a habitar os ‘Acampamentos de Sem Terra’. Gravem bem isso.

RACIOCINE Essa questão não pode passar desapercebida dos cidadãos urbanos, pois eles serão afetados com a inviabilidade econômica de MS. É o mesmo que ignorar a dívida do Estado junto ao Governo Federal. Um dia a bomba explode.

PREFEITO Zé Felipe, de Iguatemi ( perderá 41.571 has) , admite clima de indignação e impotência na cidade. “É como se estivéssemos esperando um terremoto inevitável” - admite. E o quadro se repete em outras 11 cidades da região.

O DEBATE na AL tem sido intenso, mas isso é pouco. É preciso repercutir a questão em nível nacional via mídia. Só com muita munição acordaremos esse dinossauro que habita o Congresso por força da tal ‘Constituição Cidadã’. Sei não...

O PROJETO da ‘Nação Guarani’, abrange territórios do Brasil/ Paraguai/ Argentina e atende a interesses estrangeiros que usam o índio como escudo. Imaginem uma nação que não deve obediência ao Governo Federal! Será o caos.

A INTENÇÃO é abordar aqui o problema de forma pragmática, atraindo a atenção do leitor para integrar o debate. A opinião pública precisa ser abastecida de subsídios para poder exercer seu papel. Lavar as mãos custará caro à todos nós.

‘BRINCADEIRA’ Mísseis russos para guerrear contra quem? Bolívia, Paraguai? Creditar os gastos às exigências da Copa de 2014 é piada. E por que não prestigiar a nossa indústria bélica que exporta para meio mundo?

A PROPÓSITO Os hospitais públicos carecem de equipamentos ‘anti-câncer’ importados? Com a grana das baterias anti-míssil compraríamos aparelhos de última geração, hoje só vistos em poucos hospitais da nossa rede privada.

PERGUNTO: A esquálida ‘oposição’ questionará esses gastos e o sucateamento dos hospitais e a inofensividade dos países vizinhos? Democracia sugere oposição, mas a falta de propostas e combatividade do PSDB e cia irrita, frustrante até.

COMPARE Só após 9 anos Gil Rugai está sendo julgado pela morte do pai e madastra. Enquanto isso, uma semana após o assassinato da noiva, o velocista Pistorius já depõe em Juízo na África do Sul. Uma amostra de nosso sistema falho/arcaico.

A PROPÓSITO A opinião pública esquecerá logo o caso do fazendeiro ‘filho de papai’ bêbado que matou no trânsito da A. Pena? E a justiça virá? Quando? Cestas básicas e penas alternativas enojam. Teremos a repetição do velho filme? De leve...

O CONCEITO da justiça é ruim pela morosidade/critérios que beneficiam culpados confessos. Os casos locais/nacionais comprovam. Se a vítima do filho do Eike Batista tivesse sobrevivido, poderia estar na cadeia. Esse é o país do faz de conta.

CASSEMS O bom gerenciamento a transformou numa respeitável força eleitoral com 180 mil associados. O Hospital do Servidor será a consolidação. Ricardo Ayasche, um bom gerente que sabe dialogar com os poderes. No caminho certo.

O PODER Se as emendas dos deputados da oposição passam pelo crivo rigoroso do Planalto, aquelas de autoria da base aliada só encontram facilidades. Não é por acaso que Vander Loubet é considerado o ‘rei das emendas’. É o jogo.

NA HISTÓRIA “A mão que afaga é a mesma que apedreja”. A velha frase se encaixa como luva em relação a postura de eleitos em 2012. Na política não há intocáveis: os aplausos são substituídos por vaias muito antes do que se imagina.

PRECOCIDADE A sucessão presidencial já deflagrada pelo PT não é boa para o país. Questões prioritárias (reformas tributária, política e previdenciária) são proteladas e o imediatismo eleitoral é que passa a valer. E isso tem um custo altíssimo.

DINOSSAUROS Vaiaram a jornalista cubana. Baita incoerência destes ‘militontos’ à serviço da esquerda que rotula democracia segundo suas conveniências circunstanciais. O apego pelo ditador Fidel é o que pode se chamar supra sumo do atraso.

“Quando maior a mentira, maior é chance de ela ser acreditada”. (Hitler)

 

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É o que você falou meu caro: a ‘Nação Guarani’, abrange territórios do Brasil/Paraguai/ Argentina e atende a interesses estrangeiros que usam o índio como escudo. Aonde está o interesse??? Precisa responder???
 
Carlos Marques em 25/02/2013 09:09:32
O ideal é que a solução das demarcações fosse boa para produtores e indígenas. Esse abacaxi tá nas mãos do governo mesmo, não tem jeito. Quem não é produtor rural e nem índio, aguarda as cenas dos próximos capítulos...
Quanto aos comunistas teens -- viu as fotos deles na imprensa? -- que foram bem mal-educados com a Yoani, eu só tenho uma coisa a falar: Vão ser alienados assim lá em Cuba, pra ver o que é bom pra tosse!
 
Camila Maia em 23/02/2013 03:09:17
Meu caro Afonso,
Índio não tem terra. A titularidade é da União. Índio não constitui nação. No Brasil só existe uma nação: a brasileira, só uma língua oficial: o português. O índio é tutelado pelo Estado. Quem resolve o problema do índio, portanto, é o Governo Federal. O resto é politicagem barata e triste.
 
Marco Aurélio Gonçalves Chaves em 22/02/2013 14:39:48
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